domingo, 24 de abril de 2011

O reencontro do frade e do lavrador (tendo por base o conto popular O Caldo de Pedra)

Passados alguns meses, o papel do frade e do lavrador inverteu-se.

Antes quem necessitava de comida era o frade, mas agora é o lavrador que lhe falta o almoço.
Como o frade tinha feito, o lavrador também começou a andar de porta em porta a pedir lá calhou de bater à porta do mosteiro onde o frade estava. O seu encontro não foi muito feliz. O lavrador tentou explicar-se:
- O senhor foi aquele que comeu na minha casa, enganando-me não foi?
- Foi mas o que passou, passou… Mas afinal o que é que o senhor veio aqui fazer?
- Venho-lhe pedir comida. É que na minha aldeia…
- O quê? O senhor vem pedir-me de comer, depois daquilo que se passou? Deve estar a gozar com a minha cara, não?
- Peço imensa desculpa, mas…
- Nem mas, nem meio mas! Sai do mosteiro, sai já daqui, seu demónio! – gritou o frade.
Ouvindo estes gritos, os frades foram à entrada ver o que se tinha passado. Nem queriam acreditar no que viam! Um dos frades mais respeitados do mosteiro a agir daquela forma, por causa da sua incompreensão? Isso era um pecado tremendo!
Chamaram-nos para dentro e obrigaram-nos a contar o que se tinha passado. Como havia ali uma grade discussão, o frade foi chamado ao mestre dos frades, que o obrigou a contar tudo com calma, enquanto que o outro, o lavrador, explicou aos frades o que se tinha passado.
Explicaram, explicaram até que se ouviu uma porta a abrir. Era a porta do escritório do mestre dos frades. O frade estava mais calmo e quis falar com o lavrador a sós.
Eles falaram um com o outro. O lavrador explicou o que se tinha passado na aldeia e o frade pôs-se na posição dele e ouviu-o.
O frade ficou amigo do lavrador e deu-lhe de comer a ele e aos aldeães. No final todos tinham de comer e, olhem só, o frade ganhou muitos amigos!


Com este texto conclui-se que se deve respeitar os outros e tentar respeitar as outras opiniões.
Fim!!!














Liliana, 7ºA

A história de um herói!

Era uma vez um potro acabado de nascer. Ele vivia numa quinta muito pobre, por isso o parto foi muito difícil, pois a dona, como não tinha muito dinheiro, teve de optar por não chamar o veterinário.
Com o passar do tempo, o potro cresceu e começou a ficar cada vez mais curioso e selvagem. Depois da hora do almoço, servido num prato de barro, ele foi explorar para a floresta. Ele costuma vir para a beira do rio, mas, daquela vez, optou por ir por um caminho diferente, pois estava a topar uma potra.
Todos os dias o potro ia para o mesmo lugar e, à mesma hora, via a sua amada. Um dia ele seguiu até sua casa e reparou que ela vivia numa linda quinta. Bom, sabem que mais, não era qualquer trapo que lhe servia. Para a conquistar tinha de se aproximar dela, então foi o que fez. Ele estava com um pouco de vergonha, mas no final ficaram grandes amigos.
Porém um dia o inesperado aconteceu... O potro, mal tinha acabado de chegar à casa da sua amada, como fazia todos os dias, deparou-se com a dona aos gritos pela quinta fora, dizendo:
-Houve um rapto! Houve um rapto! A minha linda potra foi raptada!
O potro ficou muito desanimado, todavia prometeu a si mesmo que a iria encontrar. E foi isso mesmo que aconteceu!!! Ao final do dia, o potro já a tinha encontrado. Ela estava atrás de uma porta de madeira do celeiro.
Mas porquê que ela se tinha escondido ali?
Ora, ela não se tinha escondido... só estava ali, porque não se conseguiu levantar. Estava doente, quase sem forças. Contudo o potro chegou mesmo a tempo de a ajudar, tornando-se no herói da história!

Nesta história conclui-se que os amigos são uma mais valia para os momentos bons e para os momentos maus.
Fim!!!

Liliana, 7ºA

sexta-feira, 22 de abril de 2011

PÁSCOA FELIZ

Olá meninos!

Espero que o coelhinho da Páscoa vos dê muito mais do que simples ovos de chocolate.
Desejo que ele vos traga muita saúde, paz, alegria, compreensão e carinho.

Boa Páscoa e até breve!

A vossa professora: Sofia Pereira

segunda-feira, 28 de março de 2011

A história de um herói! (anagrama com as letras OPTRA)

Era uma vez um potro acabado de nascer, ele vivia numa quinta muito pobre, por isso o parto foi muito difícil, pois a dona como não tinha muito dinheiro teve de optar por não chamar o veterinário.
Com o passar do tempo, o potro cresceu e começou a ficar cada vez mais curioso e selvagem. Depois da hora do almoço, servido num prato de barro, ia explorar para a floresta. Ele costuma vir para a beira do rio, mas daquela vez optou por ir por um caminho diferente, pois estava a topar uma potra.
Todos os dias o potro ia para o mesmo lugar, à mesma hora para ver a sua amada. Um dia ele seguiu até sua casa e reparou que ela vivia numa linda quinta e não era qualquer trapo que lhe servia. Para a conquistar tinha de se aproximar dela, então foi o que fez, ele estava com um pouco de vergonha mas no final ficaram grandes amigos.
Mas um dia o inesperado aconteceu, quando o potro tinha acabado de chegar à casa da sua amada, como fazia todos os dias, deparou-se com a dona a andar aos gritos pela quinta fora dizendo:
-Houve um rapto! Houve um rapto! A minha linda potra foi raptada!
O potro ficou muito desanimado mas prometeu a si mesmo que a iria encontrar. E foi isso mesmo que aconteceu, ao final do dia o potro já a tinha encontrado, estava atrás de uma porta de madeira do celeiro. Mas porquê que ela se tinha escondido ali? Ela não se tinha escondido, só estava ali, porque não se conseguiu levantar, estava doente, quase sem forças. Mas o potro chegou mesmo a tempo de a ajudar, foi o herói da história!
Nesta história conclui-se que os amigos são uma mais valia para os momentos bons e para os momentos maus.
Fim!!!

Liliana , 7ºA

Ladrões Malvados (anagrama com as letras OPTRA)

Era uma vez uns ladrões malvados, que estavam a planear um rapto num café em frente de minha casa, enquanto comiam um prato de salada. Eu estava muito descontraída, até que os comecei a topar. E pensei para mim própria:
- Tenho de optar por um plano.
Depois de falar com a minha mãe, que era uma pessoa muito famosa na minha cidade, decidi ir falar com as tropas Republicanas.
Demorei dias a tentar falar com o chefe da tropa, o chefe Raul e expliquei-lhe o que tinha topado. Fiz-lhe a descrição dos ladrões e ele disse-me:

- Lara, ainda bem que me vieste avisar. Os ladrões que tu viste, são ladrões que já são muito procurados, pois são conhecidos por raptar pessoas famosas.
Depois de acabar a conversa com o chefe Raul, voltei para casa com a esperança de encontrar a minha mãe, para lhe contar tudo. Mas quando cheguei a casa, ela não estava, pois tinha sido raptada!
Quando descobri, liguei logo á policia e também ao chefe Raul.
- Estou, chefe Raul?! Daqui fala a Lara.
- Olá, novamente Lara. Está tudo bem? – perguntou o chefe Raul.
- Não. – respondi-lhe eu – A minha mãe foi raptada.
- Como?! Lara, penso que o que tu me contas-te á pouco, foi tarde de mais. – disse o chefe Raul, preocupado.
- A minha mãe está grávida, e se, se enervar pode ter o parto a qualquer momento.
- Eu sei Lara, mas nós temos de descobrir os ladrões antes de isso acontecer. – disse o chefe Raul.
Desliguei o telefone e voltei ao café onde vi os ladrões, e perguntei á empregada se tinha visto alguma coisa, e ela disse-me que viu dois homens estranhos, a entrar para um barracão velho e abandonado, e, que um deles, levava um trapo, ao ombro.
Liguei imediatamente o chefe Raul, a contar-lhe o que tinha descoberto, e ele disse-me para não fazer nada sem ele chegar, que era só o tempo de ir buscar a potra e organizar a tropa dele. E assim foi, o chefe Raul chegou num instante ao barracão, abriu a porta e prendeu os ladrões.
A minha mãe, teve de ir logo para o hospital, pois estava prestes a ter a minha irmãzinha.
No fim de tudo agradeci ao chefe Raul, pela ajuda que me tinha dado.
E tudo acaba bem, quando está bem…

Fim!!
Ana Maria
7º A Nº3

quarta-feira, 16 de março de 2011

Carta de amor

O que é o amor?
Sentimento inesquecível, arrepiante, cruel.

Tenho doze anos e pergunto-me:
“O que é o amor?”

Aldrabice;
Maldição;
Obstáculo;
Rudeza.
Mas quem me responde:
Um amigo? Uma amiga? A minha família?
Não, a única coisa que me pode responder é o meu coração.
Indeciso!
Eu indeciso? Não!
Gosto dela há dois anos, mas ela mal me fala.
Mereço-te? Talvez!
Boatos, faz com que eu me pareça desesperado.
Desejo o dia vir a chamar-te
Amor.
A partir de agora sei o que é o Amor.

Abraços;
Mar de rosas;
No dia em que eu te vou chamar Amor, irei rir de felicidade.

Porquê?
Porque estou apaixonado!
O meu coração bate com o triplo da velocidade, quando te vejo.
Os meu olhos tomam a forma de coração, e eu, vítima do amor, fico a olhar para ela paralisado. Linda, alta, sedutora, cabelos castanhos e longos. Uma Deusa para mim.

Alex Cosme nº1 7ºA

domingo, 13 de março de 2011

Visita de estudo ao Pavilhão da Água e ao Planetário pelos olhos do 7ºB

No dia três de Março, fizemos uma visita de estudo muito animada à cidade do Porto. Toda a escola teve a oportunidade de sair de Amarante, para conhecer ou voltar a visitar locais interessantes. As turmas do sétimo ano foram visitar o Pavilhão da Água e o Planetário.

Fomos até lá de autocarro e, quando chegou a hora, dirigimo-nos ao Pavilhão da Água, onde usufruímos de uma visita guiada feita por uma senhora muito simpática. Aí vimos o água mobile e o peixe gigantesco, que se movia de um lado para o outro; ouvimos o aquafone de garrafas, constituído por várias garrafas cheias com diferentes volumes de água (estas garrafas produziam, assim, vários sons ao serem tocadas pela baqueta, devido à quantidade de água que estava dentro delas); o sistema das comportas, utilizado nas barragens; a fonte, que permitiu ver como uma bola se equilibra em cima de um jacto de água, ….
No planetário, durante cerca de uma hora, um professor falou-nos com algum detalhe do céu que vemos à noite e das características dos astros do Sistema Solar. Ouvimos falar de galáxias, nebulosas, estrelas, buracos negros, planetas, asteróides, cometas,… Relembrámos um pouco da história do universo e assistimos à evolução dos telescópios. Vimos os planetas, incluindo o nosso, e ficámos a conhecer algumas características dos mesmos; aprendemos a guiarmo-nos à noite pelas estrelas e ficámos também a saber que olhar para o céu na cidade do Porto ou em qualquer outra cidade ou olhar o céu na serra do Marão é muito diferente. Aprendemos que também nos podemos orientar pelas estrelas – a estrela polar indica-nos o Norte.

Em conclusão, foi uma autêntica aula viva, que passou tão depressa que nem demos conta. Melhor dizendo, passou à velocidade da luz!
Ah! Falta acrescentar que, no Planetário, estivemos muito bem instalados, pois sentámo-nos em cadeiras que reclinavam!!! Temos a dizer que a nossa atenção esteve sempre no auge, porque o professor que apresentou a sessão tinha uma voz e uma entoação magníficas.
Toda a nossa turma adorou este dia, que se revelou diferente e enriquecedor em muitos aspectos: permitiu-nos o convívio com os nossos colegas e professores, possibilitou-nos sair do meio a que já estamos habituados e levou-nos a adquirir ou a reforçar alguns conhecimentos ensinados nas diferentes disciplinas.

Os alunos do 7ºB

Um Dia Inesquecível (anagrama com as letras OPART)

Certo dia, estava eu e os meus pais em casa. Era hora de jantar e o meu pai estava a pôr a mesa com pressa, porque tínhamos que sair. Então, sem dar conta, partiu um prato. A minha mãe, muito preocupada que alguém se aleijasse, pegou num trapo e limpou os cacos. Quando acabámos de jantar, o meu pai perguntou à minha mãe:
- Queres ir à Lixa ou à feira das potras?
Então a minha mãe decidiu optar por ir à festa da Lixa.
Entretanto, quando chegámos estava muita gente, mas nós pensávamos que era por causa da festa. Aproximámo-nos e vimos muito aparato, porque tinha acontecido um rapto muito violento e os raptores, que outrora tinham sido tropas, violaram uma criança de apenas oito anos.
Com tanta miséria, viemos embora. O meu pai abriu a porta do carro e seguimos viagem.
No dia seguinte, a minha tia, que estava grávida, entrou na maternidade em trabalho de parto. Ela teve dois gémeos lindos! Eu adoro-os e costumo ir visitá-los todos os dias.
Num desses dias,a minha tia perguntou se eu estava a topar que era quase hora do almoço. E eu logo lhe respondi:
- Sim, tia, já me apercebi que é uma hora. Vou almoçar e quando acabar venho para aqui.
Assim com a companhia dos meus primos e da minha tia, esqueci aquela tragédia que tanto me emocionou.

Ana Lúcia Marinho da Silva Nº2 7ºA

Carta da neta do limpa-vias à sua avó - nomes colectivos

Nova York, 25 de Março 2011

Olá, querida avó!

Como tem passado? O avô está bem? E a sua quinta? Já comprou uma vara?
Estou-lhe a escrever esta carta para lhe transmitir que as nossas contas financeiras não estão muito famosas, pois nós sobrevivemos daquele arroz vindo de um sítio misterioso.
Mas falemos de outras coisas. Sabe que a segurança social nos ofereceu dinheiro!? Pois isto foi devido ao facto de termos lá ido fazer queixa por vivermos daquele arroz e devido ao facto do meu pai ganhar muito pouco dinheiro. Agora, tenho tanto dinheiro que nem sei o que lhe fazer!!! Talvez, um dia destes, vá aí fazer-lhe uma visita.Espero que já tenha comprado a vara de que tanto me falou..
Tenho que me despedir, porque os meus irmãos cismaram em comprar uma matilha para assustar as pessoas que aqui passam. Eu vou ver se os faço desistir dessa ideia ridículaUm beijo da sua neta

Ana Lúcia Marinho da Silva Nº2 7ºA

terça-feira, 8 de março de 2011

As fábulas de Esopo, Fedro e La Fontaine, vistas aos olhos dos alunos do 7ºA

Os alunos da turma A, do sétimo ano, aquando da leccionação da unidade didáctica Literatura Oral e Tradicional, na disciplina de Língua Portuguesa, realizaram trabalhos relativos às fábulas de Esopo, La Fontaine e Fedro.
Os discentes aliaram a imagem ao texto, tendo daí resultado trabalhos muito apelativos e bem conseguidos.

A todos, parabéns!










Carta da neta do limpa-vias à avó (uso dos nomes colectivos)

Amarante
26 de Janeiro de 2011

Olá querida avó!!!
Como é que tem passado? E a saúde? O avozinho está bem?
Avozinha, tenho uma grande novidade para lhe contar!!!Sabes que terminei os meus estudos e a minha turma dividiu-se, porque cada um de nós seguiu áreas diferentes.
Tinha pensado em seguir o curso de medicina pediátrica, pois, como você sabe, eu adoro bebés. Contudo a sorte bateu-me à minha porta! Joguei no euro milhões e ganhei o 1º prémio. Fundei a minha própria pediatria, porque eu gosto muito de ajudar as crianças.
O hospital é muito grande! À volta, há um belo pomar e lá voam bandos de pássaros de várias cores. Também há um lago, onde nadam cardumes de peixes, e os enxames de abelhas deliciam-se com o pólen das nossas belas flores.
Tu nem sabes a multidão de pessoas que vêm à pediatria com os bebés.
Espero que um dia destes possas vir aqui à nossa bela cidade.

Um grande beijinho, avozinha.
Da sua amiga e neta: Tânia

P.S. Como não tens dinheiro para cá vir e como eu ganhei o euro milhões, pago-te a viagem. Fico à espera de uma resposta tua.

Tânia Carvalho 7ºA Nº23

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Carta do filho do limpa-vias à sua avó

Nova Iorque
2 de Janeiro de 2011

Olá querida avó!?

Como é que tem passado? E o avô vai bem? A kikas já teve os gatinhosAvozinha, vou contar-te um pouco do que tem acontecido por aqui.
Como sabes, quando viemos para Nova Iorque, foi com o objectivo de eu tirar o meu curso, consegui acabar o 12º ano e ingressei em Educação Infantil. Infelizmente houve um problema, a minha turma teve de se separar, pois não seguimos todos o mesmo curso. Mas mesmo assim fiquei com um pequeno grupo de amigos.
Isto que acabei de te contar é a melhor noticia que te tinha para dar, pois ainda me falta contar-te uma novidade muito triste!
Como sabes, o pai, era o único a trabalhar cá em casa e a ganhar algum dinheiro. A mãe fica em casa a cuidar dos “manos” e eu estou a começar a tirar o curso. Mas o pai ficou doente, começou a ganhar bolhas, ficou com febre e agora está na cama. Nós levámo-lo ao médico, mas ele disse que não sabia o que o pai tinha.
Estando o pai de cama e a mãe a cuidar dos “manos”, eu vou ter que desistir do meu curso, para ir trabalhar. Sei que não tenho muitas habilitações, mas tenho de arranjar um trabalho qualquer, num sítio qualquer como numa floresta, num pomar ou até a cuidar de uma manada de cavalos, bois ou burros. Hei-de arranjar um trabalho, nem que seja filmar ou fotografar um bando de aves ou um cardume de peixes. Só quero arranjar um trabalho.
Sei que o que te estou a contar está a ser muito triste e que a avozinha está a ficar muito preocupada, mas não fique, pois eu já tomei a minha decisão e vou começar a trabalhar.
A partir daí, deixarei o meu curso para trás e quando as coisas melhorarem voltarei a recomeçá-lo. Até lá, vou jogar no totoloto para ver se consigo ganhar o jackpot.
Tenho de me despedir, a minha irmã Cristina está a chamar-me. Ela precisa da minha ajuda para terminar um exercício para entregar amanha à professora.
Despeço-me com um grande beijo e abraço de saudade da tua querida neta

Ana

P.S – Quando a Kikas tiver os gatinhos, não te esqueças de guardar um para mim.

Ana Maria Silva, 7ºA

Declaração de amor

Rua de São Valentim
8500-340 Coimbra

Terça-feira 28 de Janeiro de 2010

Meu Amor!
Já de algum tempo que estou para te escrever esta carta, mas finalmente ganhei coragem para o fazer.
Não sei o que me levou a fazer isso, talvez por não conseguir mais esconder este enorme sentimento que sinto por ti.
Bom, desde á muito tempo que sinto algo mais do que uma simples amizade.
Tudo começou com uma simples brincadeira, um trocar de olhares, um sorriso, tudo mudou. Não te conhecia bem, pensava coisas horríveis de ti, eu nem sei como pode pensar coisas incompreensíveis. Tu mostravas ser um cobarde, que tinha a mania, mas afinal de contas enganei-me a teu respeito. Conhecendo-te melhor tu és magnifico, és um amigo espectacular, estas sempre pronto para apoiar no que for preciso.
A cada minuto que passávamos juntos, cada bocado no meu sentimento aumentava, aumentava, aumentava e aumentava cada vez mais. Não consigo esconder mais o meu sentimento por ti.
Espero que estejas a ler esta carta com uma enorme alegria tal como a escrevi.
Despeço-me como um Grande Beijo.

Fátima, 9ºD

Querido menino da minha vida!

Rua das Tulipas
14 De Setembro de 2010

Querido menino da minha vida!

Espero que estejas bem!
Queira declarar aquilo que sinto por ti. Já o estive para o fazer á mais tempo, mas nunca tive coragem para o fazer, mas acho que chegou o momento de ser feito.
Desde aquele momento que nos conhecemos, numa sexta-feira, dia 20 de Dezembro de 2009, pelas 17h:53 segundos, que nunca mais te tirei do meu pensamento e dos meus sonhos.
As nossas conversas passaram a ser desejos para mim! Sim, tinha o desejo de estar a falar, a falar, e a falar contigo, a todos os minutos, a todas as horas, a todos os segundos… Não sei o porque. Talvez fosse por me sentir bem, mas não sei… O que eu tinha no meu pensamento era um amor antigo. Não queria querer gostar de ti, mas necessitava de falar contigo, pois eras-me importante.
Tu és aquele rapaz que qualquer rapariga gostaria de ter! És extraordinário, és magnifico… Bom tu és como és.
Queria esconder um sentimento impossível, não queria admitir, não podia ser, não, eu amava aquele rapaz, que me fez sofrer, que gozou com a minha cara, não eu não gostava de ti, era aquele rapaz quem eu amava.
Um dia pôs-me a reflectir, pensei, pensei, e a cada minuto que pensava, eras tu que vinhas ao meu pensamento, era aqueles nossos momentos passados juntos, era tudo aquilo que me vinha ao pensamento, eu sei lá, era uma coisa Louca era o fim do mundo, eu não queria querer. Mas porque, porque que havia de gostar de ti, tu não passavas de um simples amigo, para mim de forma como eu te via era como mais uma amigo, que não iria esquecer. Mas quê, eu iria ser mais uma para a tua colecção, uma daquelas que iria ser descartável. Não queria ser humilhada por ti, não me queria rebaixar.
Bom chega de estar-me para aqui a lamentar-me, o mais importante é o que eu te tenho a dizer agora és uma pessoa que nunca vou esquecer. Amo-te para todo o Sempre.

Um beijo saído do fundo do meu coração

Carla, 9ºD

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Parabéns, Fábio, 9ºD

O aluno Fábio do 9ºD foi um dos premiados do concurso "A melhor carta/postal de São Valentim".

O Fábio mostrou a sua criatividade e imaginação, ao colocar-se no papel de um soldado saudoso e enamorado que se encontra retido no Iraque e que escreve à sua amada.

Leiam a carta e deliciem-se com as palavras sentidas aí vertidas...



Rua das Andorinhas Nº62
4600-810 Iraque
8 de Fevereiro de 2011


Minha querida,

Este foi o único meio de eu falar contigo. Aqui chovem granadas, ouvem-se as balas a perfurar os meus amigos. Vejo-os morrer, sem nada poder fazer.
Sonho contigo, com os teus cabelos compridos e brilhantes como o sol que me ilumina, com os teus cabelos compridos que transmitem a doçura do teu coração, com o teu perfume e com os teus lábios doces. Tudo o que eu tinha, agora sinto saudade. O meu coração está frio e os meus olhos vêm sofrimento em cada esquina. Tu és a força que me faz sobreviver aqui.
O meu amor, por ti e tão grande que não consigo expressar tudo o que sinto nesta carta.
O que eu te queria dizer é que, se alguma coisa de mal me acontecer, segue a tua vida, não chores e ajuda os meus pais a seguir em frente. Não quero que ninguém sofra por mim.
Meu amor, não tenho tempo para me alongar, estão á minha espera.

Um beijo com Amor.


Fábio Teixeira, o soldado retido no Iraque, 9ºD

Carta do filho do limpa-vias à sua avozinha

Londres, 3 de Fevereiro de 2011

Olá, querida avozinha!

Espero que por aí esteja tudo bem, quer contigo quer com o avozinho. Por aqui vai-se andando. Tenho tirado óptimas notas e tenho ajudado a mãe e o pai.
Londres é fantástico e aqui há montes de lojas!
A mãe finalmente arranjou emprego. Agora ela é a costureira daqui da Avenida e ao pai foi-lhe feita uma proposta de emprego para ir trabalhar numa fábrica de vender plantas. É claro que ele aceitou. Lá na fábrica, há muitas plantas de muitas formas e feitios, há árvores, como por exemplo, laranjeiras, limoeiros, pessegueiros, macieiras, mas também há plantas mais pequenas, como túlipas, margaridas e rosas. O melhor de tudo isto é que o pai adora trabalhar lá, porque na estufa há sempre um perfume que paira suavemente pelo ar. Sabes que o meu pai se entende muito bem com os colegas e até foi para uma escola, onde estuda à noite. Aí está a aprender inglês e adora a turma.
Agora como os pais têm trabalho e estamos a mudar-nos de casa, para uma maior e mais bonita. Aquela que nós estamos a pensar comprar tem uma quinta com muito espaço e nela eu e os meus irmãos poderemos brincar livres como uma alcateia de lobos bebés. E por falar em lobos, a casa está situada muito perto de uma floresta, espero que não haja lobos nem outros animais que nos possam perturbar.
Eu e os meus irmãos já estamos fazer planos para quando formos viver para lá e um desses planos é o de irmos nadar para um rio que há lá perto, onde há muitos cardumes.
Espero que tenhas gostado desta carta, onde eu te conto algumas das boas aventuras que estou a ter.

Muitas beijocas da tua querida neta
Catarina

PS: Os meus irmãos estão-me aqui a chatear para também te mandar beijinhos deles.

Liliana, 7ºA

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Carta a alguém especial - "Arroz do Céu"

Olá querida avó
Tudo bem? Como estás?

Eu cá estou bem e os estudos vão indo normalmente, apesar deste ano ter que trabalhar muito mais. (Sabes que estou a atinar a matemática? O setôr é fixe e muito giro, o que também ajuda muito…) Bom, isso agora não tem importância. Aqui em casa as coisas vão mais ou menos. A mãe não consegue arranjar emprego. Estes malucos só querem pessoas novas.
Já o pai, felizmente conseguiu arranjar emprego. Trabalha como limpa-vias no
Las Vegas, 3 de Fevereiro de 2011
subway e até lhe chamam toupeira. Ele limpa de tudo e, mesmo assim ganha muito pouco. Comemos quase sempre arroz. Todas as semanas o pai traz arroz para casa. E agora tu perguntas como é que ele, ganhando tão pouco consegue trazer comida para casa? Fácil! Muito fácil!
Na esquina de uma rua, há uma igreja, a de São João Baptista e do Santíssimo Sacramento, onde, todos os Domingos há sempre que se casa onde assistem multidões de convidados. Depois de casados, os familiares e amigos dos noivos deitam cabazadas de arroz em cima deles. Metade cai logo pelos respiradouros e a outra parte é varrida pelo porteiro ou pelo sacristão para os respiradouros para não terem trabalho a apanhar. Depois, o pai apanha o arroz e trá-lo para casa. Deves achar nojento o pai apanhar arroz do chão para nós comermos, mas cada um vive como pode. Mas mãe… faz aquele arroz melhor do que ninguém, os meus irmãos são tão gulosos pelo arroz dela que mal sobra para os meus pais e para mim.
Bom, agora tens de tu a contar-me como vão as coisas por aí. Tenho saudades de dormir em tua casa e contar as constelações antes de me deitar…
Ainda vives perto daquele rio com enormes cardumes de peixes com aquela matilha de cães tão fofinhos? Só não gosto muito do sítio onde moras. É parecido com uma floresta.
Até breve avó. Cumprimentos para o avô e um beijo para o teu neto Felisberto que é um rapaz cinco estrelas (só não gosto do nome.)
P.S- Um dia vou aí visitar-te, para veres como estou crescida.
Uma beijoca

Mariana, 7ºA

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O casamento de Guidobaldo e de Vanina em segredo e a respectiva fuga

A história de amor de Vanina e Guidobaldo tem como desenlace o casamento dos dois amantes em segredo e a fuga, de modo a escapar à tirania de Jacob Orso.
Imagina como decorreu a cerimónia, descrevendo:
• - o espaço onde decorreu;
• - o tempo;
• -as personagens (aspecto físico e sensações/emoções).

Deverás iniciar o teu texto com a frase que se segue:
Libertada das garras de Jacob Orso, Vanina caminha…

Libertada das garras de Jacob Orso, Vanina caminha leve e solta sob a capa negra do seu amado Guidobaldo, em direcção à capela de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Mas, neste momento, Vanina olha deslumbrada a paisagem, até então longínqua no enigma do nevoeiro, e sentia o ritmo descompassado do seu coração.
Ao longe avistou um ponto branco, que sobressaía do negrume da noite. Enquanto a gôndola, num voo acelerado, fendia as águas do canal, o vento, ao de leve, acariciava os longos e loiros cabelos da bela donzela e as águas ornamentavam-nos com gotículas transparentes que mais pareciam estrelas de diamantes.
Orientados agora pela luz difusa que o padre fazia oscilar nas suas trémulas mãos, o jovem casal apaixonado desembarcou e encaminhou-se de mãos dadas para o interior da capelinha, que ganhou uma nova luz com a presença dos dois enamorados.
Os olhos verdes de Guidobaldo pousaram no belo rosto de Vanina e, ali, pela primeira vez, o robusto capitão deixou escapar um suspiro que transmitia simultaneamente o alívio do passado, a felicidade do presente e a esperança do futuro. As estrelas e a amiga lua, penetrando no pequeno local sagrado através da porta entreaberta, testemunharam este momento e pareciam dar-lhes também elas a sua bênção, ao mesmo que o sacerdote os unia pela celebração do casamento.
E foi, assim, neste lugar singelo e profundo como o amor que os unia, que Vanina e Guidobaldo começaram uma nova vida cheia de esperança.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Protejamos a Natureza!!!

Eu caminhava lentamente junto ao rio, quando olhei, mais atentamente, a paisagem que me envolvia. De repente, algo despertou a minha atenção: um pescador de água doce deliciava-se a pescar na margem do rio.
Subitamente, aquele homem, que tinha lançado o anzol à água, puxou lentamente o anzol. Na ponta da linha de pesca, estava presa uma bota muito velha e feia. Ele ficou muito aborrecido e, num piscar e abrir de olhos, lançou-a ao acaso pelo ar. Aquela caiu mesmo junto dos meus pés e eu, que não contava com tal situação, assustei-me. Olhei, então, atentamente para ela e do seu interior parecia vir um brilho estranho à bota. Foi então que reparei que dentro dela estava uma pequena garrafa tapada com uma rolha de cortiça.
Curioso, abri-a e retirei um papiro velho e enrolado sobre si mesmo. Uma mensagem nele estava manuscrita:

"A Natureza é a mãe de todas as coisas!
Preserva-a, mantendo este rio limpo e saudável.
Não te esqueças de chamar a atenção de todos os que o querem destruir.".

Guardei religiosamente a mensagem, dirigi-me para casa e aí decidi publicá-la na minha págna do facebook. Assim, todos oas meus amigos poderiam ficar alertados para a destruição gradual daquele rio que nos veu nascer e onde aprendemos a nadar como peixes.
Recebi diversas mensagens como resposta e, perante tal sensibilização de todos os que eu conhecia, resolvi criar uma associação de apoio e defesa do rio Douro.
Nodia 21 de Março, eu os meus amigos partimos na odisseia de limpeza do nosso rio.
Muito lixo foi recolhido e todo ele foi reciclado.
Foi, deste modo, que todos nós ficámos a par do problema da poluição e, desde aí, fizemos muitas outras campanhas de protecção do nosso querido rio.

domingo, 23 de janeiro de 2011

A princesa Anabela

Era uma vez uma linda princesa, chamada Anabela, que vivia num grande castelo. O seu sonho era o de encontrar o amor da sua vida.
Mas havia um lobo muito mau que andava atrás dela para a matar. Então fugiu num cavalo branco, que voava pelo céu azul e bonito.
De repente, o céu ficou cinzento, as nuvens escureceram e começou a trovoar muito. O cavalo e a Anabela não conseguiram aguentar e tiveram que descer até terra.
Desceram e foram parar a uma floresta onde ninguém lá vivia, a não ser uma bruxa muito má, que vivia no castelo muito maltratado.
A Anabela e o cavalo andaram e andaram e andaram pela floresta, até que encontraram o castelo da bruxa.
Bateram à porta, mas ninguém a abriu. Então a Anabela entrou ,e de repente, apareceu a bruxa e amarrou a Anabela, que foi feita prisioneira.
Ela começou a gritar muito aflita, contudo ninguém a ouviu.
Quando a tempestade parou e o céu ficou limpo. Entretanto apareceu naquele castelo um lindo príncipe num cavalo branco para salvar a princesa. Depois amarrou a bruxa numas masmorras e fugiu com a Anabela.
Eles casaram-se e foram felizes para sempre.

Tânia, 7ºA

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O lenhador iluminado!!!

Era uma vez um lenhador que morava numa aldeia afastada da cidade e isolada no meio do monte. Nessa aldeia moravam pessoas muito pobres. Uma delas era um lenhador que morava com a sua família. Tinha dois filhos já crescidos, que ajudavam o lenhador a cortar a lenha. Esse lenhador cortava a lenha e abastecia as duas outras famílias. Já a lenha que sobrava, era guardada para depois vender aos habitantes da cidade. Assim conseguia arranjar algum dinheiro.

Em Dezembro, todas as pessoas já tinham poupado o máximo de dinheiro possível para passarem um Natal Feliz.
O lenhador tinha angariado um bom dinheiro, enquanto que as outras famílias tinham pouco dinheiro.
Então a família do lenhador teve uma ideia: juntarem-se todos na noite de Natal e este seria comemorado em alegria, paz e harmonia.
Então, juntaram-se todos na aldeia e o lenhador fez o seguinte comunicado:
- “Neste natal poderíamos juntar todo o dinheiro que temos guardado para o festejo do Natal. Depois compraríamos os produtos na cidade. Enfeitávamos a nossa aldeia e as nossas casas com azevinho e outros enfeites e na Noite de Natal juntarmo-nos-íamos todos em minha casa e passaríamos um Natal quente e feliz.
Que acham desta proposta?”.
Todos concordaram com esta sugestão.
E assim foi! Todos os elementos da aldeia começaram a trabalhar.
O lenhador e todos enfeitaram a aldeia toda, mas havia um espaço no centro da aldeia que continuava vazio e triste.
Então o lenhador teve uma ideia:
- “Cortaremos uma grande árvore e iremos colocá-la naquele espaço. Depois colocamo-lhe luzinhas de todas as cores, para iluminar este lugar escuro e triste.”.
Todos os habitantes da aldeia apoiaram a ideia e colocaram mãos à obra, ajudando-se mutuamente. Foram para o meio do monte e cortaram a maior árvore da floresta. Depois, com grande esforço, levaram-na até lá, fizeram um grande buraco e meteram-na lá. Mas a noite estava escura, por isso os habitantes foram dormir.
Durante a noite, o Pai Natal passou por aquelas bandas, enfeitou a árvore e cobriu o sopé com presentes.
No outro dia, viram a árvore completamente presenteada e muito enfeitada com luzinhas cintilantes.
Faltava um dia para a Noite de Natal!
Comparam as coisas para esta noite festiva.
Entretanto chegou o dia tão desejado e reuniram-se todos em casa do lenhador, onde jantaram à beira da lareira quentes e felizes.
À meia-noite, abriram os presentes e assim passaram um Natal Feliz.


Nuno Manuel Mendes Silva nº22 turma:7ºB

A descoberta fenomenal de Vanina

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram, foram de imediato para a gôndola, para fugirem para outro lugar do mundo. Guidobaldo teve a ideia de ir para a terra dele, Paris, a cidade do amor. Vanina ficou muito feliz e foram, de imediato, apanhar um navio para Paris.
Quando entraram no navio ficaram admirados, porque era muito, muito grande. Numa noite de festa, Guidobaldo pediu Vanina em casamento. Ela ficou muito feliz e aceitou logo.
Vanina estava muito cansada, pois dançou, dançou até se fartar. À noitinha foram dormir. Quando estavam a dormir ouviram muitos ruídos ensurdecedores. Vanina ficou com muito medo, pois pensava que existiam fantasmas no navio e nunca mais dormiu descansada. Guidobaldo também ficou com muito medo, por isso foi avisar o primeiro empregado que viu acerca do que se estava a passar. Esse empregado também ficou com medo, pois tinham morrido muitas pessoas naquele navio e duas dessas pessoas eram os pais de Vanina, Joaquim e Luísa. Vanina não sabia, pois eles morreram quando ela era pequenina. Vanina, enquanto andava a passear pelo navio, ouviu uma voz que dizia:
-“Vanina, como cresceste!”- era a mãe de Vanina que dizia isto. Vanina ficou com muito medo e pediu a Guidobaldo para nunca a abandonar.

Quando chegaram a Paris, Vanina foi fazer os preparativos para o casamento e esqueceu-se de tudo o que se tinha passado.
Vanina e Guidobaldo casaram e tiveram muitos filhos.

Lúcia, 7ºA

Isabel e a sua vida!

Era uma vez uma rapariga chamada Isabel. Ela era aventureira e tinha apenas 14 anos. Os pais dela tinham morrido quando ela nasceu. Tinham sido mortos pelos guerreiros de um rei muito ambicioso, que queria só para ele a floresta, onde os pais e a filha viviam.
Entretanto Isabel queria vingar-se do rei, matando o filho mais novo, que tinha mais ou menos a idade dela.
Mas para isso precisava da ajuda de um mago que vivia no outro lado da floresta, numa casa de madeira muito pequena localizada no cimo de uma árvore.
Isabel demorou apenas dois dias, porque foi num meio de transporte muito rápido e veloz. Esse transporte era nem mais nem menos que um cavalo voador, que se chamava Júpiter.
Passados os dois dias, subiu pela escada da árvore, bateu à porta do mago e ele abriu-lha. Isabel entrou, falou-lhe do assunto e o mago não concordou, porque só utilizava a sua magia para coisas boas.
Mas Isabel sabia perfeitamente o que queria e sorrateiramente roubou as poções mágicas que necessitava e levou-as sem o mago ver. Foi até sua casa, instalou uma banca e misturou, misturou até que fez a poção essencial, para matar uma pessoa sem prova nenhuma.
O plano dela era bater à porta do palácio e fazer-se de coitadinha para o rei lhe dar emprego. E assim foi! Ela fez tudo como tinha planeado. Correu tudo às mil maravilhas.
Ela já tinha o seu emprego como criada. Mas houve um pequeno problema: no palácio havia uma grande organização. Quem servia o filho mais novo era uma criada muito fiel e, para a conseguir ultrapassar, tinha de organizar um plano muito engenhoso. Conseguiu, mas tal demorou um mês. Perdeu muito tempo, porém finalmente conseguiu. Aproximou-se do príncipe o mais que pôde e, entretanto, aconteceu uma coisa inesperada: apaixonou-se por ele e descobriu que ele também gostava dela. De imediato desistiu do plano que tinha pensado tanto. Toda a gente sabe como é o amor. Como gostava muito dele, contou-lhe tudo. Ele, no início, ficou assustado, contudo depois perdoou-a e até compreendeu.
O príncipe pediu ao pai se podia namorar com ela, mas ele não aceitou, pois ele era pobre e o rei não aceitava isso. Então o príncipe, que se chamava Afonso, teve uma ideia: fugir com ela. Mas o rei tinha criados a espiá-los, que, entretanto, foram contar tudo ao rei.
O rei chamou Afonso e disse-lhe que já sabia de tudo e como castigo ia fechar Isabel na masmorra.
Afonso contou tudo ao seu irmão, chamado João, que o ajudou, conseguindo as chaves das masmorras.
Ele lá foi, só que quando entrou, aquilo parecia um labirinto. Mesmo assim conseguiu encontrar Isabel e saiu por uma porta que dava ao jardim. Foi chamar Afonso, que fugiu de imediato para a floresta, com Isabel, e os dois foram até casa dela, aquela pequena e humilde casa.
Mas o rei não demorou muito a descobrir e mandou soldados procurar o seu filho e Isabel. Os soldados foram até aquela casa e levaram-nos até ao palácio. Qual não foi o espanto deles quando o rei lhes disse que eles podiam namorar. Afinal o rei não era assim tão mau, pois compreendeu que o seu filho gostava mesmo muito de Isabel.
Isabel começou a morar no palácio e já começava a gostar do rei, até que se lembro do mágico e da poção. Foi até casa dele e contou-lhe tudo: o mago não achou piada nenhuma ao que Isabel fez, mas percebeu que ela não fez aquilo por mal e que até nem o chegou a fazer.
Isabel voltou para o palácio onde viveu com o príncipe durante todo a sua vida.
Fim!

Liliana, 7ºA

sábado, 8 de janeiro de 2011

Vanina e Guidobaldo na Dinamarca

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram de Veneza, demoraram muito tempo a decidir o sítio para onde ir.

Decidiram ir para o sítio onde eles iriam morar, ou seja, a Dinamarca. Demoraram muitos e muitos dias para lá chegar e, durante a caminhada, encontraram muitos perigos, chuvas, grandes tempestades e muita neve. Devido a todos estes problemas tiveram que se abrigar numa gruta muito feia e escura. Naquela gruta vivia um animal muito raro, um rinoceronte, que quase os matava. Mas eles conseguiram fugir a tempo.
Entretanto chegou o dia que eles tanto ansiavam! Eles chegaram à Dinamarca. Foi uma alegria imensa!!! Como eles não tinham casa, foram à procura de uma Entrementes encontraram-se com um dinamarquês. Ele ofereceu-lhes a casa e, a partir desse dia, passou a tomar conta deles como se fossem seus filhos.
O dinamarquês disse-lhes:
- Estou muito contente por vos ter aqui! Prometo que vos vou tratar como se fossem meus filhos.
- Muito obrigado! Estamos muito contentes! – exclamou Vanina.
- Vocês devem ter fome. Sentem-se, enquanto eu vos preparo o almoço.
- Sim, temos um pouco de fome. Muito obrigado!
Comeram, conversaram e, sem darem conta, o dia anoiteceu. Então eles foram para a cama. Vanina pensava para si: “Que bom termos encontrado este homem tão bondoso.”.

Certo dia, o tal dinamarquês fez o testamento e quis que Vanina e Guidobaldo ficassem com tudo o que era seu.
Eles aceitaram, mas afirmaram que ainda era muito cedo para ele morrer. Eles ficaram com as lágrimas nos olhos.
Certo dia, o dinamarquês morreu. Vanina e Guidobaldo ficaram muito tristes, mas, apesar disso, viveram felizes para sempre.


Ana Lúcia, 7ºA

Reviravolta de 360 graus na vida de Vanina e Guidobaldo

Guidobaldo olhou o calmo mar mediterrânico. Já há muito tempo que não navegava nele. Há muitos anos que não sentia o cheirinho do peixe acabado de pescar. Há muito tempo que não era pescador. E porquê? – Por uma razão simples: Vanina não achava boa ideia que Guidobaldo fosse para o mar, pois aí poderia encontrar os esbirros de Jacob Orso.
A pouco e pouco, Vanina começava pedir-lhe algo, de forma maçadora:
- Não vás para o mar! – dizia ela.
- Vai à praça comprar tomates! – gritava Vanina.
- Limpa os pés antes de entrares! - exclamava ela.
Guidobaldo começou finalmente a reflectir :
- Gostarei eu realmente dela? Ou eu amá-la-ei apenas devido à beleza? Gostará ela realmente de mim?
E depois de tantas reflexões, finalmente chegou a uma conclusão:
- Vanina é muito maçadora! – exclamou Guidobaldo – Ela só deve ter fugido comigo para se livrar de Jacob Orso!
Então o jovem pescador regressou a casa, abriu a porta, muito zangado, e gritou:
-Vanina! - e esta apareceu logo à porta.
- Sim, querido!
- Eu já percebi tudo! – Exclamou Guidobaldo. – Tu só vieste comigo para escapares a Jacob Orso!

Então agarrou repentinamente em Vanina e levou-a para o barco. Meses depois, chegaram a Veneza, onde o capitão a entregou ao tutor. O tutor então prendeu-a para sempre na prisão e obrigou-a a casar-se com a Arrigo. E estes dois viveram na fortaleza para todo o sempre. E pior, tiveram de esconder isso de toda a cidade.
E quanto ao Guidobaldo? Este tirou umas férias bem merecidas no Havai, onde se casou com outra mulher, que realmente o amava.
E todos viveram felizes para sempre.

Tânia, 7ºA

A vida de Vanina e Guidobaldo

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram, foram de imediato para a gôndola, para fugirem para outro lugar do mundo. Guidobaldo teve a ideia de ir para a terra dele, Paris, a cidade do amor. Vanina ficou muito feliz e foram, de imediato, apanhar um navio para Paris.
Quando entraram no navio ficaram admirados, porque era muito, muito grande. Numa noite de festa, Guidobaldo pediu Vanina em casamento. Ela ficou muito feliz e aceitou logo.
Vanina estava muito cansada, pois dançou, dançou até se fartar. À noitinha foram dormir. Quando estavam a dormir ouviram muitos ruídos ensurdecedores. Vanina ficou com muito medo, pois pensava que existiam fantasmas no navio e nunca mais dormiu descansada. Guidobaldo também ficou com muito medo, por isso foi avisar o primeiro empregado que viu acerca do que se estava a passar. Esse empregado também ficou com medo, pois tinham morrido muitas pessoas naquele navio e duas dessas pessoas eram os pais de Vanina, Joaquim e Luísa. Vanina não sabia, pois eles morreram quando ela era pequenina. Vanina, enquanto andava a passear pelo navio, ouviu uma voz que dizia:
-“Vanina, como cresceste!”- era a mãe de Vanina que dizia isto. Vanina ficou com muito medo e pediu a Guidobaldo para nunca a abandonar.

Quando chegaram a Paris, Vanina foi fazer os preparativos para o casamento e esqueceu-se de tudo o que se tinha passado.
Vanina e Guidobaldo casaram e tiveram muitos filhos.

Lúcia, 7ºA

A coragem de Vanina para salvar o amado dos esbirros

Depois de muito procurar, o tutor desistiu e voltou para a sua casa.
Então Vanina e Guidobaldo, muito, muito longe dali, desembarcaram e começaram outra vez a sua vida, mas desta vez juntos. Muitos anos depois, eles decidiram ser navegadores.
Dez anos depois, eles desembarcaram em Veneza. Lá, toda a gente já se tinha esquecido do que acontecera. Quando eles passaram em frente da casa de Jacob Orso, este estava sentado na varanda e reconheceu logo Vanina. O que eles não perceberam foi que Jacob Orso os tinha visto e continuaram em frente. Só deram conta que foram vistos quando estavam rodeados de esbirros. E foi então que apareceu o tutor e disse para prenderem Guidobaldo e para levarem Vanina para a sua casa.
Guidobaldo, destemido, pegou na sua espada e começou a lutar. Só que eles eram muitos, por isso ele não conseguiu resistir. O jovem rapaz de cabelos pretos azulados como a asa de um corvo foi preso e condenado à morte.
Vanina, em casa do tutor, estava desesperada pelo seu amado. Então pegou na escada, que tinha escondido e que já tinha usado outrora para escapar, e desceu. Quando chegou às masmorras, viu dois guardas a guardarem Guidobaldo.

Ao longo dos anos, ela tinha aprendido as técnicas de luta que Guidobaldo lhe tinha ensinado. Pegou num punhal que tinha no bolso e matou os guardas. De seguida, pegou nas chaves e libertou Guidobaldo. Ele pegou na sua espada e foi à porta da casa de Jacob. Jacob abriu a porta e Guidobaldo cortou-lhe a cabeça. Depois, sem ninguém ver, fugiram para sempre

Joaquim Flávio, 7ºA

Depois da tempestade vem a bonança!

Eles nunca mais foram encontrados, mas viveram felizes e sofreram muitas aventuras fantásticas.
Vanina e Guidobaldo navegaram dois dias seguidos, naquele barco pequeno e não muito confortável. Até que, passados esses dois dias, Guidobaldo excitadíssimo gritou:
-Terra à vista, terra à vista.
Vanina ficou felicíssima, por terem encontrado uma ilha. Essa ilha era pequena, mas muito alegre e paradisíaca.
Quando lá chegaram, não sabiam por onde começar, pois tinham uma ilha só para eles!
Enquanto Vanina se sentia feliz e não percebia a gravidade da situação, Guidobaldo pensava que não conseguiriam sobreviver lá, naquela ilha tão distante da terra.
Em Veneza, Jacob Orso não desistiu de procurar Vanina, até que decidiu procurá-la no mar mar. Mandou cartas a outros países, para ver se a encontravam e também oferecia dinheiro a quem a encontrasse.
Mandou fazer um enorme navio e, quando já estava feito, partiu nele, com os seus guardas à procura de Vanina.
Na ilha, Guidobaldo construiu uma cabana feita de madeira, folhas e terra. Enquanto Vanina estava a procurar frutos e flores, para comer e enfeitar a cabana; Guidobaldo estava preocupado com Vanina, pois não a queria deixar sozinha, mas também não a queria forçar.
No navio de Jacob Orso, ele estava pensativo. Estava a pensar que se calhar, se não tivesse forçado tanto Vanina, ela não teria fugido com Guidobaldo. E o mais provável era que isso tivesse acontecido.
Até que Jacob Orso viu uma ilha que, por sorte, era a de Vanina e Guidobaldo. Orso pensava: ”Se Vanina estiver ali naquela ilha, eu juro, pela minha vida, que a deixarei viver e casar com Guidobaldo”.

Quando Guidobaldo viu o navio, foi depressa avisar Vanina. Mas concluíram que não conseguiriam fugir dali. Então decidiram entregar-se a Orso.
Orso falou com eles em particular e disse-lhes que os aceitaria. Chegaram a Veneza e Jacob Orso pediu-lhes para irem viver com ele, porque ele se sentia muito sozinho, naquela casa, só com as aias.
Eles aceitaram e viveram felizes até ao fim das suas vidas.

7ºA

Lutar até quando for preciso... (cont. do conto de Vanina e Guidobaldo)

Depois da fuga do Palácio, Vanina e Guidobaldo atravessaram a cidade de Veneza até que chegaram ao navio. Aí Guidobaldo escreveu uma carta, dizendo:
“Como o senhor me disse, eu a promessa cumpri. Saí da cidade, mas levei um pertence.
Um amor!
Depois de escrever esta carta, Guidobaldo e Vanina tiveram uma conversa:
- Vanina! - Disse Guidobaldo feliz. – Peço a tua mão para vires comigo e seres a Rainha dos Mares.
Vanina sorriu e respondeu :
- Quero casar contigo, mas tenho medo daquilo que o meu tutor, juntamente com Arrigo e seu exército, nos possam fazer.
- Não tenhas medo! Eu e os meus amigos estamos preparados para isto. Guerras e batalhas navais não são problemas para nós! Amanhã estaremos em alto mar e prontos para combater, se necessário, para te proteger.
Quando o tutor leu a carta, decidiu ir ter com Arrigo para se preparar para a batalha naval.
Aí, os dois prepararam os navios e partiram para a batalha.
Navegaram, navegaram até que os encontraram.
Arrigo gritou como uma baleia debaixo do mar.
“À carga”!
A partir desse grito, eles (o exército) saíram dos esconderijos do navio e saltaram para o navio onde estavam Vanina e Guidobaldo.
Então Guidobaldo gritou:
- Esperem!
Puxou Vanina e disse:
- Antes da morte, gostaria de dizer-te uma coisa. Vanina, queres casar comigo?
Vanina chorando respondeu:
- Sim!!
- Aí, os guerreiros deslargaram os marinheiros valentes de Guidobaldo, agarraram Arrigo e o tutor de Vanina e disseram:
- Pelo sofrimento de Vanina!
E viveram felizes para sempre.

Alex, 7ºA

A princesa adormecida

Era uma vez uma princesa que foi viajar de avião, mas infelizmente o avião caiu no meio da Floresta Proibida.
A floresta proibida era um sítio onde nunca ninguém tinha tido a coragem de entrar, porque lá vivia uma bruxa que tinha um gato preto que se chamava Morte.
Quando a princesa acordou e viu que já não estava no avião, entrou em pânico e começou a correr pela floresta fora, até chegar a um castelo já muito antigo e já com muitos buracos no telhado.
A princesa entrou no castelo, mas não viu ninguém. Então decidiu subir pelas escadas. Quando chegou ao cimo, viu uma porta, abriu-a e deparou-se com uma senhora deitada numa cama. A princesa assustou-se e voltou a descer as escadas. Quando ia a sair da porta, não a conseguiu abrir, pois tinha-lhe lançado um feitiço.
Quando se virou, a princesa viu que a bruxa tinha descido as escadas e que a ia prender numa torre.
Nessa torre, havia uma cama e uma roca e nessa roca havia um alfinete. A princesa, curiosa por saber o que aquilo fazia ali, tocou no alfinete e adormeceu.
O plano da bruxa tinha resultado.
Poucos dias mais tarde, o príncipe, que amava a princesa, pegou no seu cavalo branco e foi à procura dela pela floresta proibida. Ele começou a procurar e entretanto viu as pegadas dela. Então seguiu-as.
Quando chegou ao castelo, viu a bruxa pela janela e, então, desconfiou logo que algo de mau tinha acontecido.
Resolveu entrar e matar a bruxa, para conseguir salvar a sua amada.
Entrou pela porta e, logo que possível, espetou a sua espada nas costas da bruxa.
Depois de a ter morto, foi ter com a sua amada e beijou-a. Ela logo acordou e fugiram dali, no cavalo branco.
Quando chegaram a casa, casaram-se e viveram felizes para sempre.
O gato continua na floresta, a assustar aqueles que tentam lá entrar.

Ana Maria, 7ºA

A história de Vanina e Guidobaldo (continuação)

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram no nevoeiro da manhã, de barco, deixaram a cidade de Veneza para trás. O tutor de Vanina ficou muito enervado por Vanina lhe ter desobedecido. Vanina e Guidobaldo, no seu barco, navegavam no meio do mar, mas não viam nem uma ilha nem um único barco.
Passados três dias de viagem, Vanina e Guidobaldo, cheios de sede e de fome, conseguiram finalmente avistar uma ilha. Vista essa ilha, logo direccionaram o seu barco para ela. Quando o barco parou nessa ilha, eles logo foram procurar um abrigo, porque chovia muito. No dia seguinte, quando acordaram, foram procurar comida. Encontraram bananas, ananases e muitas mais coisas. Como Vanina e Guidobaldo não tinham um abrigo muito bom, foram, pelo meio da ilha, tentar encontrar folhas para a sua cabana.
Eles conseguiram viver nessa ilha durante algum tempo, mas, quando houve uma tempestade, a sua cabana foi abaixo e eles passaram a não ter mais abrigo. Eles ficaram desesperados e tentaram encontrar outro abrigo, mas, pelos vistos, não conseguiram encontrá-lo. Aflitos, Vanina e Guidobaldo saíram dessa ilha e foram à procura de uma nova cidade. Cinco dias depois, cheios de fome e sede, conseguiram encontrar uma cidade. Vanina e Guidobaldo ficaram nessa cidade e ficaram a viver lá para sempre até as suas mortes.

Carlos, 7ºA

sábado, 1 de janeiro de 2011

sábado, 25 de dezembro de 2010



Eu, hoje, estou a pensar em todos vocês, porque é Natal.
E amanhã, porque será o dia logo a seguir ao Natal.

Bom, o que é imperioso é que, neste Natal, possamos rever o nosso passado para melhorar o nosso futuro.

Que o ano vindouro seja um ano de realizações, conquistas e sucesso.
Estes são os meus mais sinceros votos nesta quadra festiva.

Professora Sofia Pereira

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O sonho tornado realidade!!!

Era uma vez uma menina muito bonita que se chamava Mariana. A Mariana era uma menina muito divertida e simpática. Ela vivia com os seus pais e com os seus irmãos gémeos: o João e o Fábio.
O Natal estava a chegar e os três irmãos estavam em pulgas para receber os seus presentes. A Mariana, o João, o Fábio e os seus pais começaram a decorar a casa com os enfeites de natal. A Mariana e a mãe começaram por decorar a parte de fora da casa! Meteram luzinhas cintilantes nas árvores do jardim e nos portões e também fizeram um boneco de neve.
Na Suíça, há neve durante o ano inteiro, mas no Natal é diferente. Tudo fica muito mais bonito, porque há presépios juntos às igrejas, há luzes cintilantes, doces tradicionais, etc…
Enquanto a Mariana e mãe decoravam a parte de fora de casa, os gémeos e o pai decoravam a parte de dentro da casa. Decoraram a lareira e o pinheiro de Natal com luzinhas, bolinhas de muitas cores e fitinhas…A casa ficou muito bonita!
Passaram dois dias e o dia de Natal chegou finalmente. As crianças estavam ansiosas para receberem as suas prendas. Em casa da Mariana, a mãe fazia o jantar, enquanto os avós, os tios e os primos da Mariana iam chegando.
- Olá! Feliz Natal! - exclamou a Mariana.
- Olá! Feliz Natal para todos! - exclamaram em coro os convidados.
- Hum! Que cheirinho, mama! O jantar está com um óptimo aspecto. - Declarou o gémeo João.
- Muito obrigado, querido! Espero que os nossos convidados gostem! - exclamou a mãe.
A mãe serviu o jantar e todos disseram que estava delicioso. Passaram depois à sobremesa. Era bolo com chocolate e alguns doces tradicionais. Mas o que a Mariana queria mesmo era abrir os seus presentes. Chegou a hora! A Mariana e os seus irmãos foram a correr, a saltar e a pinchar para junto dos presentes. Os gémeos foram os primeiros a abrirem os seus presentes. Receberam da parte da sua avó um par de cuecas e a Mariana recebeu uma saia.
- Uma saia? Obrigado avó. É muito…bonita! – agradeceu a Mariana.
A Mariana abriu o seu próximo presente. Mas este presente era diferente, era um pouco pesado.
- O que poderá ser? – perguntou a Mariana
- Abre abre, Mariana! Também estamos a ficar curiosos! – gritaram os gémeos.
A Mariana abriu o presente e de lá de dentro saiu um cachorrinho muito fofinho. Era um Golden-Retriever.
- Ai que fofinho! Obrigado, mãe e pai! – agradeceu a Mariana.
- De nada! Então, vais ter que lhe dar um nome. – declaram os pais.
- Pois…acho que lhe vou chamar…Mike. É isso! Vai chamar-se Mike, o meu cachorrinho lindo e fofinho! – exclamou a Mariana.
Passou o Natal e a Mariana e os seus irmãos estavam no jardim a brincar com o Mike. O Mike estava muito feliz, pois tinha um lar e muitos amigos, que também são cachorrinhos.

O Mike foi crescendo, até que deixou de ser um cachorrinho e passou a ser um cão, mas não deixou de ser muito fofinho. Os anos passaram, o Mike ia envelhecendo e um dia Mike morreu. Sim, foi um final triste, mas o Mike teve uma vida feliz.

Inês, 7ºB