terça-feira, 8 de março de 2011

As fábulas de Esopo, Fedro e La Fontaine, vistas aos olhos dos alunos do 7ºA

Os alunos da turma A, do sétimo ano, aquando da leccionação da unidade didáctica Literatura Oral e Tradicional, na disciplina de Língua Portuguesa, realizaram trabalhos relativos às fábulas de Esopo, La Fontaine e Fedro.
Os discentes aliaram a imagem ao texto, tendo daí resultado trabalhos muito apelativos e bem conseguidos.

A todos, parabéns!










Carta da neta do limpa-vias à avó (uso dos nomes colectivos)

Amarante
26 de Janeiro de 2011

Olá querida avó!!!
Como é que tem passado? E a saúde? O avozinho está bem?
Avozinha, tenho uma grande novidade para lhe contar!!!Sabes que terminei os meus estudos e a minha turma dividiu-se, porque cada um de nós seguiu áreas diferentes.
Tinha pensado em seguir o curso de medicina pediátrica, pois, como você sabe, eu adoro bebés. Contudo a sorte bateu-me à minha porta! Joguei no euro milhões e ganhei o 1º prémio. Fundei a minha própria pediatria, porque eu gosto muito de ajudar as crianças.
O hospital é muito grande! À volta, há um belo pomar e lá voam bandos de pássaros de várias cores. Também há um lago, onde nadam cardumes de peixes, e os enxames de abelhas deliciam-se com o pólen das nossas belas flores.
Tu nem sabes a multidão de pessoas que vêm à pediatria com os bebés.
Espero que um dia destes possas vir aqui à nossa bela cidade.

Um grande beijinho, avozinha.
Da sua amiga e neta: Tânia

P.S. Como não tens dinheiro para cá vir e como eu ganhei o euro milhões, pago-te a viagem. Fico à espera de uma resposta tua.

Tânia Carvalho 7ºA Nº23

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Carta do filho do limpa-vias à sua avó

Nova Iorque
2 de Janeiro de 2011

Olá querida avó!?

Como é que tem passado? E o avô vai bem? A kikas já teve os gatinhosAvozinha, vou contar-te um pouco do que tem acontecido por aqui.
Como sabes, quando viemos para Nova Iorque, foi com o objectivo de eu tirar o meu curso, consegui acabar o 12º ano e ingressei em Educação Infantil. Infelizmente houve um problema, a minha turma teve de se separar, pois não seguimos todos o mesmo curso. Mas mesmo assim fiquei com um pequeno grupo de amigos.
Isto que acabei de te contar é a melhor noticia que te tinha para dar, pois ainda me falta contar-te uma novidade muito triste!
Como sabes, o pai, era o único a trabalhar cá em casa e a ganhar algum dinheiro. A mãe fica em casa a cuidar dos “manos” e eu estou a começar a tirar o curso. Mas o pai ficou doente, começou a ganhar bolhas, ficou com febre e agora está na cama. Nós levámo-lo ao médico, mas ele disse que não sabia o que o pai tinha.
Estando o pai de cama e a mãe a cuidar dos “manos”, eu vou ter que desistir do meu curso, para ir trabalhar. Sei que não tenho muitas habilitações, mas tenho de arranjar um trabalho qualquer, num sítio qualquer como numa floresta, num pomar ou até a cuidar de uma manada de cavalos, bois ou burros. Hei-de arranjar um trabalho, nem que seja filmar ou fotografar um bando de aves ou um cardume de peixes. Só quero arranjar um trabalho.
Sei que o que te estou a contar está a ser muito triste e que a avozinha está a ficar muito preocupada, mas não fique, pois eu já tomei a minha decisão e vou começar a trabalhar.
A partir daí, deixarei o meu curso para trás e quando as coisas melhorarem voltarei a recomeçá-lo. Até lá, vou jogar no totoloto para ver se consigo ganhar o jackpot.
Tenho de me despedir, a minha irmã Cristina está a chamar-me. Ela precisa da minha ajuda para terminar um exercício para entregar amanha à professora.
Despeço-me com um grande beijo e abraço de saudade da tua querida neta

Ana

P.S – Quando a Kikas tiver os gatinhos, não te esqueças de guardar um para mim.

Ana Maria Silva, 7ºA

Declaração de amor

Rua de São Valentim
8500-340 Coimbra

Terça-feira 28 de Janeiro de 2010

Meu Amor!
Já de algum tempo que estou para te escrever esta carta, mas finalmente ganhei coragem para o fazer.
Não sei o que me levou a fazer isso, talvez por não conseguir mais esconder este enorme sentimento que sinto por ti.
Bom, desde á muito tempo que sinto algo mais do que uma simples amizade.
Tudo começou com uma simples brincadeira, um trocar de olhares, um sorriso, tudo mudou. Não te conhecia bem, pensava coisas horríveis de ti, eu nem sei como pode pensar coisas incompreensíveis. Tu mostravas ser um cobarde, que tinha a mania, mas afinal de contas enganei-me a teu respeito. Conhecendo-te melhor tu és magnifico, és um amigo espectacular, estas sempre pronto para apoiar no que for preciso.
A cada minuto que passávamos juntos, cada bocado no meu sentimento aumentava, aumentava, aumentava e aumentava cada vez mais. Não consigo esconder mais o meu sentimento por ti.
Espero que estejas a ler esta carta com uma enorme alegria tal como a escrevi.
Despeço-me como um Grande Beijo.

Fátima, 9ºD

Querido menino da minha vida!

Rua das Tulipas
14 De Setembro de 2010

Querido menino da minha vida!

Espero que estejas bem!
Queira declarar aquilo que sinto por ti. Já o estive para o fazer á mais tempo, mas nunca tive coragem para o fazer, mas acho que chegou o momento de ser feito.
Desde aquele momento que nos conhecemos, numa sexta-feira, dia 20 de Dezembro de 2009, pelas 17h:53 segundos, que nunca mais te tirei do meu pensamento e dos meus sonhos.
As nossas conversas passaram a ser desejos para mim! Sim, tinha o desejo de estar a falar, a falar, e a falar contigo, a todos os minutos, a todas as horas, a todos os segundos… Não sei o porque. Talvez fosse por me sentir bem, mas não sei… O que eu tinha no meu pensamento era um amor antigo. Não queria querer gostar de ti, mas necessitava de falar contigo, pois eras-me importante.
Tu és aquele rapaz que qualquer rapariga gostaria de ter! És extraordinário, és magnifico… Bom tu és como és.
Queria esconder um sentimento impossível, não queria admitir, não podia ser, não, eu amava aquele rapaz, que me fez sofrer, que gozou com a minha cara, não eu não gostava de ti, era aquele rapaz quem eu amava.
Um dia pôs-me a reflectir, pensei, pensei, e a cada minuto que pensava, eras tu que vinhas ao meu pensamento, era aqueles nossos momentos passados juntos, era tudo aquilo que me vinha ao pensamento, eu sei lá, era uma coisa Louca era o fim do mundo, eu não queria querer. Mas porque, porque que havia de gostar de ti, tu não passavas de um simples amigo, para mim de forma como eu te via era como mais uma amigo, que não iria esquecer. Mas quê, eu iria ser mais uma para a tua colecção, uma daquelas que iria ser descartável. Não queria ser humilhada por ti, não me queria rebaixar.
Bom chega de estar-me para aqui a lamentar-me, o mais importante é o que eu te tenho a dizer agora és uma pessoa que nunca vou esquecer. Amo-te para todo o Sempre.

Um beijo saído do fundo do meu coração

Carla, 9ºD

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Parabéns, Fábio, 9ºD

O aluno Fábio do 9ºD foi um dos premiados do concurso "A melhor carta/postal de São Valentim".

O Fábio mostrou a sua criatividade e imaginação, ao colocar-se no papel de um soldado saudoso e enamorado que se encontra retido no Iraque e que escreve à sua amada.

Leiam a carta e deliciem-se com as palavras sentidas aí vertidas...



Rua das Andorinhas Nº62
4600-810 Iraque
8 de Fevereiro de 2011


Minha querida,

Este foi o único meio de eu falar contigo. Aqui chovem granadas, ouvem-se as balas a perfurar os meus amigos. Vejo-os morrer, sem nada poder fazer.
Sonho contigo, com os teus cabelos compridos e brilhantes como o sol que me ilumina, com os teus cabelos compridos que transmitem a doçura do teu coração, com o teu perfume e com os teus lábios doces. Tudo o que eu tinha, agora sinto saudade. O meu coração está frio e os meus olhos vêm sofrimento em cada esquina. Tu és a força que me faz sobreviver aqui.
O meu amor, por ti e tão grande que não consigo expressar tudo o que sinto nesta carta.
O que eu te queria dizer é que, se alguma coisa de mal me acontecer, segue a tua vida, não chores e ajuda os meus pais a seguir em frente. Não quero que ninguém sofra por mim.
Meu amor, não tenho tempo para me alongar, estão á minha espera.

Um beijo com Amor.


Fábio Teixeira, o soldado retido no Iraque, 9ºD

Carta do filho do limpa-vias à sua avozinha

Londres, 3 de Fevereiro de 2011

Olá, querida avozinha!

Espero que por aí esteja tudo bem, quer contigo quer com o avozinho. Por aqui vai-se andando. Tenho tirado óptimas notas e tenho ajudado a mãe e o pai.
Londres é fantástico e aqui há montes de lojas!
A mãe finalmente arranjou emprego. Agora ela é a costureira daqui da Avenida e ao pai foi-lhe feita uma proposta de emprego para ir trabalhar numa fábrica de vender plantas. É claro que ele aceitou. Lá na fábrica, há muitas plantas de muitas formas e feitios, há árvores, como por exemplo, laranjeiras, limoeiros, pessegueiros, macieiras, mas também há plantas mais pequenas, como túlipas, margaridas e rosas. O melhor de tudo isto é que o pai adora trabalhar lá, porque na estufa há sempre um perfume que paira suavemente pelo ar. Sabes que o meu pai se entende muito bem com os colegas e até foi para uma escola, onde estuda à noite. Aí está a aprender inglês e adora a turma.
Agora como os pais têm trabalho e estamos a mudar-nos de casa, para uma maior e mais bonita. Aquela que nós estamos a pensar comprar tem uma quinta com muito espaço e nela eu e os meus irmãos poderemos brincar livres como uma alcateia de lobos bebés. E por falar em lobos, a casa está situada muito perto de uma floresta, espero que não haja lobos nem outros animais que nos possam perturbar.
Eu e os meus irmãos já estamos fazer planos para quando formos viver para lá e um desses planos é o de irmos nadar para um rio que há lá perto, onde há muitos cardumes.
Espero que tenhas gostado desta carta, onde eu te conto algumas das boas aventuras que estou a ter.

Muitas beijocas da tua querida neta
Catarina

PS: Os meus irmãos estão-me aqui a chatear para também te mandar beijinhos deles.

Liliana, 7ºA

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Carta a alguém especial - "Arroz do Céu"

Olá querida avó
Tudo bem? Como estás?

Eu cá estou bem e os estudos vão indo normalmente, apesar deste ano ter que trabalhar muito mais. (Sabes que estou a atinar a matemática? O setôr é fixe e muito giro, o que também ajuda muito…) Bom, isso agora não tem importância. Aqui em casa as coisas vão mais ou menos. A mãe não consegue arranjar emprego. Estes malucos só querem pessoas novas.
Já o pai, felizmente conseguiu arranjar emprego. Trabalha como limpa-vias no
Las Vegas, 3 de Fevereiro de 2011
subway e até lhe chamam toupeira. Ele limpa de tudo e, mesmo assim ganha muito pouco. Comemos quase sempre arroz. Todas as semanas o pai traz arroz para casa. E agora tu perguntas como é que ele, ganhando tão pouco consegue trazer comida para casa? Fácil! Muito fácil!
Na esquina de uma rua, há uma igreja, a de São João Baptista e do Santíssimo Sacramento, onde, todos os Domingos há sempre que se casa onde assistem multidões de convidados. Depois de casados, os familiares e amigos dos noivos deitam cabazadas de arroz em cima deles. Metade cai logo pelos respiradouros e a outra parte é varrida pelo porteiro ou pelo sacristão para os respiradouros para não terem trabalho a apanhar. Depois, o pai apanha o arroz e trá-lo para casa. Deves achar nojento o pai apanhar arroz do chão para nós comermos, mas cada um vive como pode. Mas mãe… faz aquele arroz melhor do que ninguém, os meus irmãos são tão gulosos pelo arroz dela que mal sobra para os meus pais e para mim.
Bom, agora tens de tu a contar-me como vão as coisas por aí. Tenho saudades de dormir em tua casa e contar as constelações antes de me deitar…
Ainda vives perto daquele rio com enormes cardumes de peixes com aquela matilha de cães tão fofinhos? Só não gosto muito do sítio onde moras. É parecido com uma floresta.
Até breve avó. Cumprimentos para o avô e um beijo para o teu neto Felisberto que é um rapaz cinco estrelas (só não gosto do nome.)
P.S- Um dia vou aí visitar-te, para veres como estou crescida.
Uma beijoca

Mariana, 7ºA

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O casamento de Guidobaldo e de Vanina em segredo e a respectiva fuga

A história de amor de Vanina e Guidobaldo tem como desenlace o casamento dos dois amantes em segredo e a fuga, de modo a escapar à tirania de Jacob Orso.
Imagina como decorreu a cerimónia, descrevendo:
• - o espaço onde decorreu;
• - o tempo;
• -as personagens (aspecto físico e sensações/emoções).

Deverás iniciar o teu texto com a frase que se segue:
Libertada das garras de Jacob Orso, Vanina caminha…

Libertada das garras de Jacob Orso, Vanina caminha leve e solta sob a capa negra do seu amado Guidobaldo, em direcção à capela de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Mas, neste momento, Vanina olha deslumbrada a paisagem, até então longínqua no enigma do nevoeiro, e sentia o ritmo descompassado do seu coração.
Ao longe avistou um ponto branco, que sobressaía do negrume da noite. Enquanto a gôndola, num voo acelerado, fendia as águas do canal, o vento, ao de leve, acariciava os longos e loiros cabelos da bela donzela e as águas ornamentavam-nos com gotículas transparentes que mais pareciam estrelas de diamantes.
Orientados agora pela luz difusa que o padre fazia oscilar nas suas trémulas mãos, o jovem casal apaixonado desembarcou e encaminhou-se de mãos dadas para o interior da capelinha, que ganhou uma nova luz com a presença dos dois enamorados.
Os olhos verdes de Guidobaldo pousaram no belo rosto de Vanina e, ali, pela primeira vez, o robusto capitão deixou escapar um suspiro que transmitia simultaneamente o alívio do passado, a felicidade do presente e a esperança do futuro. As estrelas e a amiga lua, penetrando no pequeno local sagrado através da porta entreaberta, testemunharam este momento e pareciam dar-lhes também elas a sua bênção, ao mesmo que o sacerdote os unia pela celebração do casamento.
E foi, assim, neste lugar singelo e profundo como o amor que os unia, que Vanina e Guidobaldo começaram uma nova vida cheia de esperança.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Protejamos a Natureza!!!

Eu caminhava lentamente junto ao rio, quando olhei, mais atentamente, a paisagem que me envolvia. De repente, algo despertou a minha atenção: um pescador de água doce deliciava-se a pescar na margem do rio.
Subitamente, aquele homem, que tinha lançado o anzol à água, puxou lentamente o anzol. Na ponta da linha de pesca, estava presa uma bota muito velha e feia. Ele ficou muito aborrecido e, num piscar e abrir de olhos, lançou-a ao acaso pelo ar. Aquela caiu mesmo junto dos meus pés e eu, que não contava com tal situação, assustei-me. Olhei, então, atentamente para ela e do seu interior parecia vir um brilho estranho à bota. Foi então que reparei que dentro dela estava uma pequena garrafa tapada com uma rolha de cortiça.
Curioso, abri-a e retirei um papiro velho e enrolado sobre si mesmo. Uma mensagem nele estava manuscrita:

"A Natureza é a mãe de todas as coisas!
Preserva-a, mantendo este rio limpo e saudável.
Não te esqueças de chamar a atenção de todos os que o querem destruir.".

Guardei religiosamente a mensagem, dirigi-me para casa e aí decidi publicá-la na minha págna do facebook. Assim, todos oas meus amigos poderiam ficar alertados para a destruição gradual daquele rio que nos veu nascer e onde aprendemos a nadar como peixes.
Recebi diversas mensagens como resposta e, perante tal sensibilização de todos os que eu conhecia, resolvi criar uma associação de apoio e defesa do rio Douro.
Nodia 21 de Março, eu os meus amigos partimos na odisseia de limpeza do nosso rio.
Muito lixo foi recolhido e todo ele foi reciclado.
Foi, deste modo, que todos nós ficámos a par do problema da poluição e, desde aí, fizemos muitas outras campanhas de protecção do nosso querido rio.

domingo, 23 de janeiro de 2011

A princesa Anabela

Era uma vez uma linda princesa, chamada Anabela, que vivia num grande castelo. O seu sonho era o de encontrar o amor da sua vida.
Mas havia um lobo muito mau que andava atrás dela para a matar. Então fugiu num cavalo branco, que voava pelo céu azul e bonito.
De repente, o céu ficou cinzento, as nuvens escureceram e começou a trovoar muito. O cavalo e a Anabela não conseguiram aguentar e tiveram que descer até terra.
Desceram e foram parar a uma floresta onde ninguém lá vivia, a não ser uma bruxa muito má, que vivia no castelo muito maltratado.
A Anabela e o cavalo andaram e andaram e andaram pela floresta, até que encontraram o castelo da bruxa.
Bateram à porta, mas ninguém a abriu. Então a Anabela entrou ,e de repente, apareceu a bruxa e amarrou a Anabela, que foi feita prisioneira.
Ela começou a gritar muito aflita, contudo ninguém a ouviu.
Quando a tempestade parou e o céu ficou limpo. Entretanto apareceu naquele castelo um lindo príncipe num cavalo branco para salvar a princesa. Depois amarrou a bruxa numas masmorras e fugiu com a Anabela.
Eles casaram-se e foram felizes para sempre.

Tânia, 7ºA

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O lenhador iluminado!!!

Era uma vez um lenhador que morava numa aldeia afastada da cidade e isolada no meio do monte. Nessa aldeia moravam pessoas muito pobres. Uma delas era um lenhador que morava com a sua família. Tinha dois filhos já crescidos, que ajudavam o lenhador a cortar a lenha. Esse lenhador cortava a lenha e abastecia as duas outras famílias. Já a lenha que sobrava, era guardada para depois vender aos habitantes da cidade. Assim conseguia arranjar algum dinheiro.

Em Dezembro, todas as pessoas já tinham poupado o máximo de dinheiro possível para passarem um Natal Feliz.
O lenhador tinha angariado um bom dinheiro, enquanto que as outras famílias tinham pouco dinheiro.
Então a família do lenhador teve uma ideia: juntarem-se todos na noite de Natal e este seria comemorado em alegria, paz e harmonia.
Então, juntaram-se todos na aldeia e o lenhador fez o seguinte comunicado:
- “Neste natal poderíamos juntar todo o dinheiro que temos guardado para o festejo do Natal. Depois compraríamos os produtos na cidade. Enfeitávamos a nossa aldeia e as nossas casas com azevinho e outros enfeites e na Noite de Natal juntarmo-nos-íamos todos em minha casa e passaríamos um Natal quente e feliz.
Que acham desta proposta?”.
Todos concordaram com esta sugestão.
E assim foi! Todos os elementos da aldeia começaram a trabalhar.
O lenhador e todos enfeitaram a aldeia toda, mas havia um espaço no centro da aldeia que continuava vazio e triste.
Então o lenhador teve uma ideia:
- “Cortaremos uma grande árvore e iremos colocá-la naquele espaço. Depois colocamo-lhe luzinhas de todas as cores, para iluminar este lugar escuro e triste.”.
Todos os habitantes da aldeia apoiaram a ideia e colocaram mãos à obra, ajudando-se mutuamente. Foram para o meio do monte e cortaram a maior árvore da floresta. Depois, com grande esforço, levaram-na até lá, fizeram um grande buraco e meteram-na lá. Mas a noite estava escura, por isso os habitantes foram dormir.
Durante a noite, o Pai Natal passou por aquelas bandas, enfeitou a árvore e cobriu o sopé com presentes.
No outro dia, viram a árvore completamente presenteada e muito enfeitada com luzinhas cintilantes.
Faltava um dia para a Noite de Natal!
Comparam as coisas para esta noite festiva.
Entretanto chegou o dia tão desejado e reuniram-se todos em casa do lenhador, onde jantaram à beira da lareira quentes e felizes.
À meia-noite, abriram os presentes e assim passaram um Natal Feliz.


Nuno Manuel Mendes Silva nº22 turma:7ºB

A descoberta fenomenal de Vanina

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram, foram de imediato para a gôndola, para fugirem para outro lugar do mundo. Guidobaldo teve a ideia de ir para a terra dele, Paris, a cidade do amor. Vanina ficou muito feliz e foram, de imediato, apanhar um navio para Paris.
Quando entraram no navio ficaram admirados, porque era muito, muito grande. Numa noite de festa, Guidobaldo pediu Vanina em casamento. Ela ficou muito feliz e aceitou logo.
Vanina estava muito cansada, pois dançou, dançou até se fartar. À noitinha foram dormir. Quando estavam a dormir ouviram muitos ruídos ensurdecedores. Vanina ficou com muito medo, pois pensava que existiam fantasmas no navio e nunca mais dormiu descansada. Guidobaldo também ficou com muito medo, por isso foi avisar o primeiro empregado que viu acerca do que se estava a passar. Esse empregado também ficou com medo, pois tinham morrido muitas pessoas naquele navio e duas dessas pessoas eram os pais de Vanina, Joaquim e Luísa. Vanina não sabia, pois eles morreram quando ela era pequenina. Vanina, enquanto andava a passear pelo navio, ouviu uma voz que dizia:
-“Vanina, como cresceste!”- era a mãe de Vanina que dizia isto. Vanina ficou com muito medo e pediu a Guidobaldo para nunca a abandonar.

Quando chegaram a Paris, Vanina foi fazer os preparativos para o casamento e esqueceu-se de tudo o que se tinha passado.
Vanina e Guidobaldo casaram e tiveram muitos filhos.

Lúcia, 7ºA

Isabel e a sua vida!

Era uma vez uma rapariga chamada Isabel. Ela era aventureira e tinha apenas 14 anos. Os pais dela tinham morrido quando ela nasceu. Tinham sido mortos pelos guerreiros de um rei muito ambicioso, que queria só para ele a floresta, onde os pais e a filha viviam.
Entretanto Isabel queria vingar-se do rei, matando o filho mais novo, que tinha mais ou menos a idade dela.
Mas para isso precisava da ajuda de um mago que vivia no outro lado da floresta, numa casa de madeira muito pequena localizada no cimo de uma árvore.
Isabel demorou apenas dois dias, porque foi num meio de transporte muito rápido e veloz. Esse transporte era nem mais nem menos que um cavalo voador, que se chamava Júpiter.
Passados os dois dias, subiu pela escada da árvore, bateu à porta do mago e ele abriu-lha. Isabel entrou, falou-lhe do assunto e o mago não concordou, porque só utilizava a sua magia para coisas boas.
Mas Isabel sabia perfeitamente o que queria e sorrateiramente roubou as poções mágicas que necessitava e levou-as sem o mago ver. Foi até sua casa, instalou uma banca e misturou, misturou até que fez a poção essencial, para matar uma pessoa sem prova nenhuma.
O plano dela era bater à porta do palácio e fazer-se de coitadinha para o rei lhe dar emprego. E assim foi! Ela fez tudo como tinha planeado. Correu tudo às mil maravilhas.
Ela já tinha o seu emprego como criada. Mas houve um pequeno problema: no palácio havia uma grande organização. Quem servia o filho mais novo era uma criada muito fiel e, para a conseguir ultrapassar, tinha de organizar um plano muito engenhoso. Conseguiu, mas tal demorou um mês. Perdeu muito tempo, porém finalmente conseguiu. Aproximou-se do príncipe o mais que pôde e, entretanto, aconteceu uma coisa inesperada: apaixonou-se por ele e descobriu que ele também gostava dela. De imediato desistiu do plano que tinha pensado tanto. Toda a gente sabe como é o amor. Como gostava muito dele, contou-lhe tudo. Ele, no início, ficou assustado, contudo depois perdoou-a e até compreendeu.
O príncipe pediu ao pai se podia namorar com ela, mas ele não aceitou, pois ele era pobre e o rei não aceitava isso. Então o príncipe, que se chamava Afonso, teve uma ideia: fugir com ela. Mas o rei tinha criados a espiá-los, que, entretanto, foram contar tudo ao rei.
O rei chamou Afonso e disse-lhe que já sabia de tudo e como castigo ia fechar Isabel na masmorra.
Afonso contou tudo ao seu irmão, chamado João, que o ajudou, conseguindo as chaves das masmorras.
Ele lá foi, só que quando entrou, aquilo parecia um labirinto. Mesmo assim conseguiu encontrar Isabel e saiu por uma porta que dava ao jardim. Foi chamar Afonso, que fugiu de imediato para a floresta, com Isabel, e os dois foram até casa dela, aquela pequena e humilde casa.
Mas o rei não demorou muito a descobrir e mandou soldados procurar o seu filho e Isabel. Os soldados foram até aquela casa e levaram-nos até ao palácio. Qual não foi o espanto deles quando o rei lhes disse que eles podiam namorar. Afinal o rei não era assim tão mau, pois compreendeu que o seu filho gostava mesmo muito de Isabel.
Isabel começou a morar no palácio e já começava a gostar do rei, até que se lembro do mágico e da poção. Foi até casa dele e contou-lhe tudo: o mago não achou piada nenhuma ao que Isabel fez, mas percebeu que ela não fez aquilo por mal e que até nem o chegou a fazer.
Isabel voltou para o palácio onde viveu com o príncipe durante todo a sua vida.
Fim!

Liliana, 7ºA

sábado, 8 de janeiro de 2011

Vanina e Guidobaldo na Dinamarca

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram de Veneza, demoraram muito tempo a decidir o sítio para onde ir.

Decidiram ir para o sítio onde eles iriam morar, ou seja, a Dinamarca. Demoraram muitos e muitos dias para lá chegar e, durante a caminhada, encontraram muitos perigos, chuvas, grandes tempestades e muita neve. Devido a todos estes problemas tiveram que se abrigar numa gruta muito feia e escura. Naquela gruta vivia um animal muito raro, um rinoceronte, que quase os matava. Mas eles conseguiram fugir a tempo.
Entretanto chegou o dia que eles tanto ansiavam! Eles chegaram à Dinamarca. Foi uma alegria imensa!!! Como eles não tinham casa, foram à procura de uma Entrementes encontraram-se com um dinamarquês. Ele ofereceu-lhes a casa e, a partir desse dia, passou a tomar conta deles como se fossem seus filhos.
O dinamarquês disse-lhes:
- Estou muito contente por vos ter aqui! Prometo que vos vou tratar como se fossem meus filhos.
- Muito obrigado! Estamos muito contentes! – exclamou Vanina.
- Vocês devem ter fome. Sentem-se, enquanto eu vos preparo o almoço.
- Sim, temos um pouco de fome. Muito obrigado!
Comeram, conversaram e, sem darem conta, o dia anoiteceu. Então eles foram para a cama. Vanina pensava para si: “Que bom termos encontrado este homem tão bondoso.”.

Certo dia, o tal dinamarquês fez o testamento e quis que Vanina e Guidobaldo ficassem com tudo o que era seu.
Eles aceitaram, mas afirmaram que ainda era muito cedo para ele morrer. Eles ficaram com as lágrimas nos olhos.
Certo dia, o dinamarquês morreu. Vanina e Guidobaldo ficaram muito tristes, mas, apesar disso, viveram felizes para sempre.


Ana Lúcia, 7ºA

Reviravolta de 360 graus na vida de Vanina e Guidobaldo

Guidobaldo olhou o calmo mar mediterrânico. Já há muito tempo que não navegava nele. Há muitos anos que não sentia o cheirinho do peixe acabado de pescar. Há muito tempo que não era pescador. E porquê? – Por uma razão simples: Vanina não achava boa ideia que Guidobaldo fosse para o mar, pois aí poderia encontrar os esbirros de Jacob Orso.
A pouco e pouco, Vanina começava pedir-lhe algo, de forma maçadora:
- Não vás para o mar! – dizia ela.
- Vai à praça comprar tomates! – gritava Vanina.
- Limpa os pés antes de entrares! - exclamava ela.
Guidobaldo começou finalmente a reflectir :
- Gostarei eu realmente dela? Ou eu amá-la-ei apenas devido à beleza? Gostará ela realmente de mim?
E depois de tantas reflexões, finalmente chegou a uma conclusão:
- Vanina é muito maçadora! – exclamou Guidobaldo – Ela só deve ter fugido comigo para se livrar de Jacob Orso!
Então o jovem pescador regressou a casa, abriu a porta, muito zangado, e gritou:
-Vanina! - e esta apareceu logo à porta.
- Sim, querido!
- Eu já percebi tudo! – Exclamou Guidobaldo. – Tu só vieste comigo para escapares a Jacob Orso!

Então agarrou repentinamente em Vanina e levou-a para o barco. Meses depois, chegaram a Veneza, onde o capitão a entregou ao tutor. O tutor então prendeu-a para sempre na prisão e obrigou-a a casar-se com a Arrigo. E estes dois viveram na fortaleza para todo o sempre. E pior, tiveram de esconder isso de toda a cidade.
E quanto ao Guidobaldo? Este tirou umas férias bem merecidas no Havai, onde se casou com outra mulher, que realmente o amava.
E todos viveram felizes para sempre.

Tânia, 7ºA

A vida de Vanina e Guidobaldo

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram, foram de imediato para a gôndola, para fugirem para outro lugar do mundo. Guidobaldo teve a ideia de ir para a terra dele, Paris, a cidade do amor. Vanina ficou muito feliz e foram, de imediato, apanhar um navio para Paris.
Quando entraram no navio ficaram admirados, porque era muito, muito grande. Numa noite de festa, Guidobaldo pediu Vanina em casamento. Ela ficou muito feliz e aceitou logo.
Vanina estava muito cansada, pois dançou, dançou até se fartar. À noitinha foram dormir. Quando estavam a dormir ouviram muitos ruídos ensurdecedores. Vanina ficou com muito medo, pois pensava que existiam fantasmas no navio e nunca mais dormiu descansada. Guidobaldo também ficou com muito medo, por isso foi avisar o primeiro empregado que viu acerca do que se estava a passar. Esse empregado também ficou com medo, pois tinham morrido muitas pessoas naquele navio e duas dessas pessoas eram os pais de Vanina, Joaquim e Luísa. Vanina não sabia, pois eles morreram quando ela era pequenina. Vanina, enquanto andava a passear pelo navio, ouviu uma voz que dizia:
-“Vanina, como cresceste!”- era a mãe de Vanina que dizia isto. Vanina ficou com muito medo e pediu a Guidobaldo para nunca a abandonar.

Quando chegaram a Paris, Vanina foi fazer os preparativos para o casamento e esqueceu-se de tudo o que se tinha passado.
Vanina e Guidobaldo casaram e tiveram muitos filhos.

Lúcia, 7ºA

A coragem de Vanina para salvar o amado dos esbirros

Depois de muito procurar, o tutor desistiu e voltou para a sua casa.
Então Vanina e Guidobaldo, muito, muito longe dali, desembarcaram e começaram outra vez a sua vida, mas desta vez juntos. Muitos anos depois, eles decidiram ser navegadores.
Dez anos depois, eles desembarcaram em Veneza. Lá, toda a gente já se tinha esquecido do que acontecera. Quando eles passaram em frente da casa de Jacob Orso, este estava sentado na varanda e reconheceu logo Vanina. O que eles não perceberam foi que Jacob Orso os tinha visto e continuaram em frente. Só deram conta que foram vistos quando estavam rodeados de esbirros. E foi então que apareceu o tutor e disse para prenderem Guidobaldo e para levarem Vanina para a sua casa.
Guidobaldo, destemido, pegou na sua espada e começou a lutar. Só que eles eram muitos, por isso ele não conseguiu resistir. O jovem rapaz de cabelos pretos azulados como a asa de um corvo foi preso e condenado à morte.
Vanina, em casa do tutor, estava desesperada pelo seu amado. Então pegou na escada, que tinha escondido e que já tinha usado outrora para escapar, e desceu. Quando chegou às masmorras, viu dois guardas a guardarem Guidobaldo.

Ao longo dos anos, ela tinha aprendido as técnicas de luta que Guidobaldo lhe tinha ensinado. Pegou num punhal que tinha no bolso e matou os guardas. De seguida, pegou nas chaves e libertou Guidobaldo. Ele pegou na sua espada e foi à porta da casa de Jacob. Jacob abriu a porta e Guidobaldo cortou-lhe a cabeça. Depois, sem ninguém ver, fugiram para sempre

Joaquim Flávio, 7ºA

Depois da tempestade vem a bonança!

Eles nunca mais foram encontrados, mas viveram felizes e sofreram muitas aventuras fantásticas.
Vanina e Guidobaldo navegaram dois dias seguidos, naquele barco pequeno e não muito confortável. Até que, passados esses dois dias, Guidobaldo excitadíssimo gritou:
-Terra à vista, terra à vista.
Vanina ficou felicíssima, por terem encontrado uma ilha. Essa ilha era pequena, mas muito alegre e paradisíaca.
Quando lá chegaram, não sabiam por onde começar, pois tinham uma ilha só para eles!
Enquanto Vanina se sentia feliz e não percebia a gravidade da situação, Guidobaldo pensava que não conseguiriam sobreviver lá, naquela ilha tão distante da terra.
Em Veneza, Jacob Orso não desistiu de procurar Vanina, até que decidiu procurá-la no mar mar. Mandou cartas a outros países, para ver se a encontravam e também oferecia dinheiro a quem a encontrasse.
Mandou fazer um enorme navio e, quando já estava feito, partiu nele, com os seus guardas à procura de Vanina.
Na ilha, Guidobaldo construiu uma cabana feita de madeira, folhas e terra. Enquanto Vanina estava a procurar frutos e flores, para comer e enfeitar a cabana; Guidobaldo estava preocupado com Vanina, pois não a queria deixar sozinha, mas também não a queria forçar.
No navio de Jacob Orso, ele estava pensativo. Estava a pensar que se calhar, se não tivesse forçado tanto Vanina, ela não teria fugido com Guidobaldo. E o mais provável era que isso tivesse acontecido.
Até que Jacob Orso viu uma ilha que, por sorte, era a de Vanina e Guidobaldo. Orso pensava: ”Se Vanina estiver ali naquela ilha, eu juro, pela minha vida, que a deixarei viver e casar com Guidobaldo”.

Quando Guidobaldo viu o navio, foi depressa avisar Vanina. Mas concluíram que não conseguiriam fugir dali. Então decidiram entregar-se a Orso.
Orso falou com eles em particular e disse-lhes que os aceitaria. Chegaram a Veneza e Jacob Orso pediu-lhes para irem viver com ele, porque ele se sentia muito sozinho, naquela casa, só com as aias.
Eles aceitaram e viveram felizes até ao fim das suas vidas.

7ºA

Lutar até quando for preciso... (cont. do conto de Vanina e Guidobaldo)

Depois da fuga do Palácio, Vanina e Guidobaldo atravessaram a cidade de Veneza até que chegaram ao navio. Aí Guidobaldo escreveu uma carta, dizendo:
“Como o senhor me disse, eu a promessa cumpri. Saí da cidade, mas levei um pertence.
Um amor!
Depois de escrever esta carta, Guidobaldo e Vanina tiveram uma conversa:
- Vanina! - Disse Guidobaldo feliz. – Peço a tua mão para vires comigo e seres a Rainha dos Mares.
Vanina sorriu e respondeu :
- Quero casar contigo, mas tenho medo daquilo que o meu tutor, juntamente com Arrigo e seu exército, nos possam fazer.
- Não tenhas medo! Eu e os meus amigos estamos preparados para isto. Guerras e batalhas navais não são problemas para nós! Amanhã estaremos em alto mar e prontos para combater, se necessário, para te proteger.
Quando o tutor leu a carta, decidiu ir ter com Arrigo para se preparar para a batalha naval.
Aí, os dois prepararam os navios e partiram para a batalha.
Navegaram, navegaram até que os encontraram.
Arrigo gritou como uma baleia debaixo do mar.
“À carga”!
A partir desse grito, eles (o exército) saíram dos esconderijos do navio e saltaram para o navio onde estavam Vanina e Guidobaldo.
Então Guidobaldo gritou:
- Esperem!
Puxou Vanina e disse:
- Antes da morte, gostaria de dizer-te uma coisa. Vanina, queres casar comigo?
Vanina chorando respondeu:
- Sim!!
- Aí, os guerreiros deslargaram os marinheiros valentes de Guidobaldo, agarraram Arrigo e o tutor de Vanina e disseram:
- Pelo sofrimento de Vanina!
E viveram felizes para sempre.

Alex, 7ºA

A princesa adormecida

Era uma vez uma princesa que foi viajar de avião, mas infelizmente o avião caiu no meio da Floresta Proibida.
A floresta proibida era um sítio onde nunca ninguém tinha tido a coragem de entrar, porque lá vivia uma bruxa que tinha um gato preto que se chamava Morte.
Quando a princesa acordou e viu que já não estava no avião, entrou em pânico e começou a correr pela floresta fora, até chegar a um castelo já muito antigo e já com muitos buracos no telhado.
A princesa entrou no castelo, mas não viu ninguém. Então decidiu subir pelas escadas. Quando chegou ao cimo, viu uma porta, abriu-a e deparou-se com uma senhora deitada numa cama. A princesa assustou-se e voltou a descer as escadas. Quando ia a sair da porta, não a conseguiu abrir, pois tinha-lhe lançado um feitiço.
Quando se virou, a princesa viu que a bruxa tinha descido as escadas e que a ia prender numa torre.
Nessa torre, havia uma cama e uma roca e nessa roca havia um alfinete. A princesa, curiosa por saber o que aquilo fazia ali, tocou no alfinete e adormeceu.
O plano da bruxa tinha resultado.
Poucos dias mais tarde, o príncipe, que amava a princesa, pegou no seu cavalo branco e foi à procura dela pela floresta proibida. Ele começou a procurar e entretanto viu as pegadas dela. Então seguiu-as.
Quando chegou ao castelo, viu a bruxa pela janela e, então, desconfiou logo que algo de mau tinha acontecido.
Resolveu entrar e matar a bruxa, para conseguir salvar a sua amada.
Entrou pela porta e, logo que possível, espetou a sua espada nas costas da bruxa.
Depois de a ter morto, foi ter com a sua amada e beijou-a. Ela logo acordou e fugiram dali, no cavalo branco.
Quando chegaram a casa, casaram-se e viveram felizes para sempre.
O gato continua na floresta, a assustar aqueles que tentam lá entrar.

Ana Maria, 7ºA

A história de Vanina e Guidobaldo (continuação)

Quando Vanina e Guidobaldo fugiram no nevoeiro da manhã, de barco, deixaram a cidade de Veneza para trás. O tutor de Vanina ficou muito enervado por Vanina lhe ter desobedecido. Vanina e Guidobaldo, no seu barco, navegavam no meio do mar, mas não viam nem uma ilha nem um único barco.
Passados três dias de viagem, Vanina e Guidobaldo, cheios de sede e de fome, conseguiram finalmente avistar uma ilha. Vista essa ilha, logo direccionaram o seu barco para ela. Quando o barco parou nessa ilha, eles logo foram procurar um abrigo, porque chovia muito. No dia seguinte, quando acordaram, foram procurar comida. Encontraram bananas, ananases e muitas mais coisas. Como Vanina e Guidobaldo não tinham um abrigo muito bom, foram, pelo meio da ilha, tentar encontrar folhas para a sua cabana.
Eles conseguiram viver nessa ilha durante algum tempo, mas, quando houve uma tempestade, a sua cabana foi abaixo e eles passaram a não ter mais abrigo. Eles ficaram desesperados e tentaram encontrar outro abrigo, mas, pelos vistos, não conseguiram encontrá-lo. Aflitos, Vanina e Guidobaldo saíram dessa ilha e foram à procura de uma nova cidade. Cinco dias depois, cheios de fome e sede, conseguiram encontrar uma cidade. Vanina e Guidobaldo ficaram nessa cidade e ficaram a viver lá para sempre até as suas mortes.

Carlos, 7ºA

sábado, 1 de janeiro de 2011

sábado, 25 de dezembro de 2010



Eu, hoje, estou a pensar em todos vocês, porque é Natal.
E amanhã, porque será o dia logo a seguir ao Natal.

Bom, o que é imperioso é que, neste Natal, possamos rever o nosso passado para melhorar o nosso futuro.

Que o ano vindouro seja um ano de realizações, conquistas e sucesso.
Estes são os meus mais sinceros votos nesta quadra festiva.

Professora Sofia Pereira

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O sonho tornado realidade!!!

Era uma vez uma menina muito bonita que se chamava Mariana. A Mariana era uma menina muito divertida e simpática. Ela vivia com os seus pais e com os seus irmãos gémeos: o João e o Fábio.
O Natal estava a chegar e os três irmãos estavam em pulgas para receber os seus presentes. A Mariana, o João, o Fábio e os seus pais começaram a decorar a casa com os enfeites de natal. A Mariana e a mãe começaram por decorar a parte de fora da casa! Meteram luzinhas cintilantes nas árvores do jardim e nos portões e também fizeram um boneco de neve.
Na Suíça, há neve durante o ano inteiro, mas no Natal é diferente. Tudo fica muito mais bonito, porque há presépios juntos às igrejas, há luzes cintilantes, doces tradicionais, etc…
Enquanto a Mariana e mãe decoravam a parte de fora de casa, os gémeos e o pai decoravam a parte de dentro da casa. Decoraram a lareira e o pinheiro de Natal com luzinhas, bolinhas de muitas cores e fitinhas…A casa ficou muito bonita!
Passaram dois dias e o dia de Natal chegou finalmente. As crianças estavam ansiosas para receberem as suas prendas. Em casa da Mariana, a mãe fazia o jantar, enquanto os avós, os tios e os primos da Mariana iam chegando.
- Olá! Feliz Natal! - exclamou a Mariana.
- Olá! Feliz Natal para todos! - exclamaram em coro os convidados.
- Hum! Que cheirinho, mama! O jantar está com um óptimo aspecto. - Declarou o gémeo João.
- Muito obrigado, querido! Espero que os nossos convidados gostem! - exclamou a mãe.
A mãe serviu o jantar e todos disseram que estava delicioso. Passaram depois à sobremesa. Era bolo com chocolate e alguns doces tradicionais. Mas o que a Mariana queria mesmo era abrir os seus presentes. Chegou a hora! A Mariana e os seus irmãos foram a correr, a saltar e a pinchar para junto dos presentes. Os gémeos foram os primeiros a abrirem os seus presentes. Receberam da parte da sua avó um par de cuecas e a Mariana recebeu uma saia.
- Uma saia? Obrigado avó. É muito…bonita! – agradeceu a Mariana.
A Mariana abriu o seu próximo presente. Mas este presente era diferente, era um pouco pesado.
- O que poderá ser? – perguntou a Mariana
- Abre abre, Mariana! Também estamos a ficar curiosos! – gritaram os gémeos.
A Mariana abriu o presente e de lá de dentro saiu um cachorrinho muito fofinho. Era um Golden-Retriever.
- Ai que fofinho! Obrigado, mãe e pai! – agradeceu a Mariana.
- De nada! Então, vais ter que lhe dar um nome. – declaram os pais.
- Pois…acho que lhe vou chamar…Mike. É isso! Vai chamar-se Mike, o meu cachorrinho lindo e fofinho! – exclamou a Mariana.
Passou o Natal e a Mariana e os seus irmãos estavam no jardim a brincar com o Mike. O Mike estava muito feliz, pois tinha um lar e muitos amigos, que também são cachorrinhos.

O Mike foi crescendo, até que deixou de ser um cachorrinho e passou a ser um cão, mas não deixou de ser muito fofinho. Os anos passaram, o Mike ia envelhecendo e um dia Mike morreu. Sim, foi um final triste, mas o Mike teve uma vida feliz.

Inês, 7ºB

A Salvação do Natal

Um dia, a minha mãe chegou bastante tarde a casa e eu já dormia. O meu pai ainda estava acordado.
A minha mãe tinha um trabalho especial: ela trabalhava na fábrica do Pai Natal!
No dia seguinte, eu acordei tarde e vi que a minha mãe ainda estava em casa. No princípio ainda achei estranho, mas depois pensei que, como estávamos em Dezembro e eram vésperas de Natal, o Pai Natal lhe tinha dado uma folga.
Mas não! Tinha acontecido um grande desastre. A loja do Pai Natal tinha ido à falência.
Eu vivia numa aldeia pobre e desconhecida no mapa, que ficava num sítio longínquo. Aí o Pai Natal tinha construído a sua fábrica, porque não queria que ninguém soubesse onde estava localizada, principalmente os duendes verdes. Estes eram dois duendes mauzões, que detestavam o Natal.
Mas um dia, e há sempre um dia e um mas, os duendes descobriram onde ficava a fábrica do Pai Natal.
O pior que o Pai Natal temia, aconteceu! Os duendes entraram na fábrica e roubaram o trabalho de um ano.
O Pai Natal ficou furioso, principalmente quando teve de dizer às pessoas que a fábrica ia fechar.
Quando a minha mãe me contou isto, eu fiquei muito desanimado. Então decidi que teria uma semana para salvar o Natal, para descobrir onde ficava o esconderijo dos duendes e para trazer as prendas para a fábrica. Porém, para isso, precisava da ajuda do Detective Alfredo.
Uma noite, quando o meu pai e a minha mãe adormeceram, eu saí pela janela do meu quarto e fui ao cimo da montanha, onde falei com o Detective Alfredo.
Ele pegou no seu computador e pesquisou o local onde se situaria o esconderijo dos duendes.
E nem sabem a sorte que eu tive: o Alfredo conseguiu encontrar o esconderijo.
Depois de falar com ele, voltei para casa e comecei a arranjar uma estratégia/plano.
No dia seguinte, comuniquei aos meus pais que ia partir até à casa dos duendes, para tentar salvar o Natal.
Eles disseram-me que era muito perigoso e fizeram-me jurar que eu ia e vinha antes do dia da véspera de Natal e com todas as prendas de Natal para dar aos meninos.
Nesse mesmo dia, à noite, parti para Nova Zelândia. Pensei que nunca mais chegava, todavia cheguei e encontrei o esconderijo dos duendes.
Quando entrei, vi robôs a serem telecomandados pelo chefe dos duendes, o D. Asdrúbal. Eu entrei e fui ter com ele, contudo ele mandou-me para a prisão. Mas, felizmente, o Detective Alfredo tinha-me dado uma daquelas canetas que derretem o ferro. Eu derreti as grades da prisão e, de seguida, os robôs.
Por fim, prendi o D. Asdrúbal na prisão e aí ficou para sempre, pelo menos até morrer.
Peguei nas prendas e voltei para a aldeia, mas, desta vez, não fui para minha casa. Dirigi-me, para a fábrica do Pai Natal.
Faltava uma hora para ele começar a entregar os presentes.
Quando cheguei à fábrica, o Pai Natal e os meus pais começaram logo a distribuir as prendas pelos sacos, enquanto eu preparava o trenó e a rena Rodolfo.
Quando deu a meia-noite no relógio, o Pai Natal partiu, para começar a distribuir os presentes.
No dia seguinte, quando acordei, o Pai Natal veio ter comigo e agradeceu-me por tudo o que eu fiz.

Ana Maria, 7ºA

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Natal de Joana


Era uma vez uma menina chamada Joana que não acreditava no Natal. Não gostava de estar em família e detestava aquela cerimónia.
Os pais não sabiam o que se passava com ela, pois todas as crianças gostavam de tudo o que se fazia na época do Natal: enfeitar a árvore de Natal, saborear a ceia de Natal, escrever a carta ao Pai Natal… Mas ela não… Detestava o Natal!
Até que um dia, Joana olhou pela janela e viu uma menina que parecia estar com frio. Ela estava quase toda despida e parecia desnutrida. Joana foi ter com ela e perguntou-lhe:
- Como te chamas?
- Sou a Margarida. - disse ela a tremer de frio.
- Não tens família? – perguntou a Joana.
- Não, os meus pais morreram numa guerra há dois anos atrás. E agora estou sozinha. – disse Margarida.
- Alguma vez recebeste prendas? – perguntou a Joana, curiosa.
- Não, nunca tive prendas, pois os meus pais não tinham dinheiro para essas coisas. – respondeu Margarida.
- Anda para a minha casa. Lá estarás quente e segura. – disse Joana com amabilidade.
Joana perguntou aos pais se podiam ficar algum tempo com a Margarida. Os pais deixaram-na.
Joana ficou a pensar como seria triste ficar sem pais e sem toda a família, pois nunca lhe tinha acontecido tal coisa e rezava para que nunca lhe acontecesse o mesmo.
Margarida ficou instalada em casa de Joana e só dizia “Obrigado!”, agradecendo aquilo que lhe estavam a fazer.
Os pais de Joana disseram-lhe que podiam ficar com Margarida, como se fosse uma filha, e Joana ficou muitíssimo contente.
Joana apercebeu-se que o Natal não era assim tão mau. Quando viu em que estado estava a Margarida, ela reflectiu sobre o assunto e apercebeu-se que, no Natal, o mais importante é estar em família!
Uma semana antes do Natal, juntaram-se em família e começaram a fazer a árvore de Natal. Uma bola vermelha ali, outra acolá, a fita à volta da árvore… E, por fim, Margarida colocou a estrela no topo da árvore de Natal e exclamou:
- Sempre sonhei passar um Natal em família!

Passada uma semana, no dia 24 de Dezembro, a Joana e a Margarida juntaram-se para escreverem uma carta ao Pai Natal. Joana escreveu:

“Querido Pai Natal, só te venho pedir uma coisinha. Queria agradecer-te por tudo o que me tem acontecido e vinha pedir que a minha família seja feliz para sempre. Bjs. Joana.”

Margarida escreveu:

“Querido Pai Natal, obrigada por tudo o que fizeste por mim! Só queria que nada de mal acontecesse à minha nova família. Beijinhos. Margarida.”

Colocaram as cartas na botinha e esperaram pelo Natal.
Chegou o dia de Natal e a família reuniu-se. Começaram a ceia e durante o jantar falaram acerca da felicidade que sentiam no seio da nova família.

A partir daí, Joana ficou a perceber o significado do Natal:
o mais importante é, de facto, a família!

Maria Leonor, 7ºA

Parabéns, Leonor!



No âmbito do concurso O meu conto de Natal levado a cabo na nossa escola, a aluna Leonor do 7ºA foi uma das vencedoras.

Felicito, desde já, a Leonor por ter concorrido com um texto realizado por ela, na aula de Língua Portuguesa.

Espero que a Leonor continue a colocar em papel as suas ideias, aproveitando o dom que tem.

Os clones do Pai Nata

Era véspera de Natal.
As crianças sentiam-se felizes a cantar, a dançar e a brincar na neve, enquanto os seus pais conviviam uns com os outros.
Havia neve por toda a cidade de Bruxelas e só se ouvia “Feliz Natal “. As casas pequeninas com as suas lareiras a arder acolhiam as crianças, que se encontravam felizes a beber chocolate quente.
Mas havia uma casa grande ali, mesmo ali, no final daquela rua, onde uma família constituída por um homem e pelo seu filho viviam.
A mãe do menino tinha morrido no Natal, por isso o pai não vivia bem com a época de Natal.
O filho estava infeliz! E isso não era por não receber presentes, porque o pai lhos dava, mas sim por não haver o espírito Natalício em sua casa.
Eu pensava para mim: ele é meu amigo e este ano tenho de o convidar para vir festejar o Natal a minha casa. Aqui há comida típica do Natal, como são as filhoses, a aletria e também há uma gigante árvore de Natal, coisa que em casa dele era impensável.
Um dia, o pai desse rapaz disse-lhe que tinha de ir de viajem o resto desse mês e pediu-lhe para ir passar o Natal a casa do seu amigo Tomás. O pai tinha-lhe dito que ia de viagem a Portugal, mas era mentira, pois ele iria para o Pólo Norte.
Fez as malas e entregou o filho aos pais de Tomás e partiu para o Pólo Norte.
Quando lá chegou, foi logo para o hotel mais barato da zona. Depois pegou no seu jipe e partiu em busca da fábrica do Pai Natal. Andou, andou e percorreu 20 quilómetros, seguindo sempre as placas indicadoras da “Fábrica do Pai Natal”, até que a encontrou. Era uma coisa enorme, uma casa cheia de luzes, e com um lago de chocolate. Lá dentro havia milhares de palhinhas, com as quais as crianças bebiam o chocolate. Porém nem isso o fez sorrir. Aliás até o fez chorar porque se lembrou do filho que estava sozinho em Bruxelas, mas nem sequer isso o fez voltar atrás.
Francisco, em Bruxelas, espreitava frequentemente pela janela, para ver se o seu pai voltava, todavia nem sinal dele.
O pai do Francisco avançou, foi ter com o Pai Natal e, quando viu que estavam sozinhos amarrou-o e tapou-lhe a boca com fita-cola. Mas contudo o Pai Natal não podia morrer!!! Ora, como seria o Mundo sem ele?

O pai de Francisco esqueceu-se do poder de Natal e que o Pai Natal tem magia. Então o Pai Natal escreveu uma carta com a sua magia, que já era pouca, e enviou-a a Tomás e Francisco. A carta viajou por quase todo o Hemisfério Norte e enfrentou milhares de obstáculos. Passou por Inglaterra, pela Alemanha até que chegou á Bélgica, mais propriamente a Bruxelas.
A minha mãe foi ao correio e havia uma carta para mim e para o Francisco.
Pegámos nela e lemo-la:
“Queridos amigos! Daqui escreve o Pai Natal e quero pedir-vos para que me ajudem numa missão especial e muito importante: substituir-me, porque eu fui raptado. Não estou a brincar! É verdade!!! Eu não tenho mais magia para vos dizer a morada onde estou, mas, após vocês me cumprirem a missão de distribuir os presentes, conseguirei mais magia e escreverei outra carta com a morada, para vocês me poderem vir salvar. Vocês verão o meu meio de transporte pelo céu lá encontrarão as instruções.
Boa Sorte!”
Foram para o Pólo Norte em direcção á fábrica do Pai Natal e viram um estábulo onde estava um trenó puxado por renas.
Entraram e foram distribuir as prendas pelo mundo.
No final desta missão regressaram a casa e, nesta já se encontrava a outra carta que o Pai Natal lhes falara.
Desta vez apenas dizia onde se situava e avisou-os contra os perigos que envolviam a fábrica abandonada.
Mas de que estaria a falar o Pai Natal. Quem o raptara tinha pago a uns guarda-costas para protegerem o local. Eles juntamente com a carta vinha a planta da fábrica e onde se situavam os guardas.
Quem não sabiam o que os esperavam não eram eles, mas sim os guardas. Eles para além de serem muito bem-educados também eram muito inteligentes. Então planearam um belo e bem planeado ataque Francisco ia pela direita, e Tomás pela esquerda. Foi muito bem pensado mas faltavam as armas de defesa e de ataque, e recuaram na ideia de um ir por um lado e o outro pelo outro, por isso pensaram novamente.
Passou um dia e combinaram com os amigos encontrarem-se atrás dos balneários. Lá estavam na hora combinada e planearam um ataque conjunto. Foram todos para casa de Tomás, e partiram para a fábrica abandonada.
Quando lá chegaram começaram a preparar as muralhas de neve, e a fazer um pilha de bolas de neve.
Está na hora!!!
-Meu senhor! – chamaram eles.
Ele virou-se para trás e um dos rapazes disse:
-Atacar!
Começaram todos a atirar com bolas de neve até que o guarda-costas ficou soterrado e eles avançaram, pois tinham sorte que só estava um guarda no local.
Entraram e Francisco ficou desiludido por ver o seu pai ameaçando o Pai Natal. E chamou:
-Pai, eu não acredito que tu possas ter feito isto, eu sei estas triste por não teres a mãe cá, mas, eu também estou triste mas não cometi crime nenhum. Eu não te conheço estas diferente, lembra-te de quando a mãe estava cá éramos felizes. Lembras-te de quando imitavas os macacos malucos por bananas.
-Seu pai ouvindo estas palavras gritou:
-Meu filho.
- Correu, agarrou no filho e disse: -Tu, és mesmo como a tua mãe!
- Desde ai libertaram o Pai Natal, foram para casa.
E agora dizem todos os anos aos vizinhos :

Feliz Natal.

Alex, 7ºA

A menina e o Natal

Era uma vez uma menina chamada Anabela. Ela tinha muitos problemas com os seus pais e era muito pobre.
Estava quase a chegar o dia de Natal e na escola toda a gente falava das prendas, mas ela nunca falava com os amigos e andava sempre sozinha.
Entretanto chegou o dia de Natal e ela perguntou à mãe o que lhe ia dar nesta quadra festiva e a mãe começou a chorar, porque ela não tinha dinheiro.
A Anabela foi para o quarto e começou a pensar no que ela poderia fazer para os pais ficarem felizes naquele dia. Ela matutou durante a noite e quando acordou teve a ideia de ir roubar as prendas à vizinha.
Durante a noite, ela foi para casa da vizinha, silenciosamente, e trouxe duas grandes prendas para o pai e para a mãe No outro dia, quando os pais acordaram, viram duas grandes prendas no chão da sala, à beira de um pinheiro acabado de arrancar. Eles ficaram muito surpreendidos e perguntaram à filha o que era aquilo e ela disse-lhes que eram apenas duas prendas que a vizinha lhe tinha dado.
Quando os pais ouviram aquilo, ficaram muito contentes, contudo, logo a seguir, perceberam que a filha tinha roubado aqueles presentes, porque os embrulhos tinham os nomes dos vizinhos.
Os pais foram ter com ela ao quarto e ela contou-lhes tudo. Então os pais explicaram-lhe que o Natal não é só a época de receber prendas, mas é também a altura de poderem estar todos juntos, felizes como uma família.

Ela, a partir desse dia, nunca mais roubou e percebeu que nem todos tinham a sorte de estarem com a família como ela estava. Assim todos os Natais passaram a ser felizes!

Ana Lúcia, 7ºA

domingo, 12 de dezembro de 2010

Natal feliz

Era uma vez um menino que queria ser o Pai Natal.
Ele dizia à família que gostava de ser Pai Natal, mas a sua família começou a rir-se e o menino ficou triste.
No dia seguinte, ele disse aos colegas e aos amigos que gostava de ser o Pai Natal e estes também se começaram a rir. O menino chorava muito, porque se sentia incompreendido.
Os pais então deram-lhe força para ser o Pai Natal, mas alertaram-no de que era preciso ter um bom coração e ser amigo de toda a gente.
Para concretizar o seu desejo tinha de ir para o Pólo Norte. O menino perguntou aos pais:
- Vocês vêm comigo?
- Sim, vamos contigo.
- Mas como vamos levar as tralhas?
- Já pensei nisso! Aluguei um avião!!!
Os pais do menino apanharam o avião para o Pólo Norte.
Aí arranjaram uma casa para viver e escolheram os duendes para fazer os presentes e tratar das renas.
Tinham chegado muitas cartas a casa do Pai Natal.

Chegou o dia de Natal e o Pai Natal entregou os presentes.
Assim o Pai Natal cumpriu a sua missão.

Jorge, 7ºA

O novo Pai Natal

O pequeno despertador tocou repentinamente, fazendo acordar o Pai Natal. O velho homem levantou-se da cama, vestiu-se e olhou para o calendário. Estava quase a chegar o Natal!
O Natal era a época mais atarefada e agitada do ano, pois era nesta altura que as crianças recebiam presentes!..Os gnomos saltavam das camas e começavam a trabalhar nos presentes de natal! Mas, naquele ano, ia ser diferente… um novo pai natal ia ser escolhido!
- Uma criança de 12 anos, que se tem de chamar Nicolau! Onde é que eu te vou encontrar, Nicolau? - perguntou o Pai Natal para si próprio.
De repente a campainha da grande casa tocou. Um pequeno gnomo verde correu para a porta e, atirando um cachecol, abriu-a.
Um homem, que usava um quispo preto, entrou logo pela casa dentro, sem sequer pedir autorização.
- Inspector!!! - exclamou o Pai Natal, virando-se rapidamente.
Outro gnomo aproximou-se do homem, retirou-lhe o casaco, e, com um grande salto, pendurou-o num cabide perto dali.
-Já encontras-te o «pequeno Pai Natal»? - perguntou o inspector quase sem abrir a boca.
O pai Natal fez um gesto com a mão, seguiu para a sala onde estava antes e, quando viu o inspector a seu lado, começou a falar:
-Já estou a procurá-lo há muito tempo e ainda não encontrei nada ! – o Pai natal apontou para um computador.
O inspector aproximou-se furioso do computador e olhou para este com um olhar confuso:

-Acha que esta sucata vai ajudar em alguma coisa? - gritou o homem – comece hoje à procura nas cidades e encontre o Nicolau, nem que tenha de ficar toda a noite lá!
O Pai Natal ficara muito chateado com aquilo que o inspector dissera. Então decidiu chamar o seu melhor gnomo.
- Alex! Tenho uma missão para ti.- disse o Pai Natal meticulosamente.
A missão era demasiado difícil para um simples gnomo, mas para o Alex era uma brincadeira de crianças.

Sem perder tempo, o pequeno gnomo com um chapéu laranja, chamou o Rodolfo, a rena mais rápida de todas .Então começaram a procurar:
-Se eu me chamasse Nicolau e se tivesse 12 anos, onde é que me esconderia? - perguntou Alex à rena.
Os dois amigos olharam rapidamente um para o outro e disseram os dois ao mesmo tempo:
-Na escola!
A rena voou rapidamente para a escola mais próxima e aterrou na sala dos professores.Alex começou à procura na secção do 7ºano:
-Nicolau, Nicolau! - começou o gnomo - Não há aqui nenhum Nicolau! Vamos embora! - e rapidamente saíram dali.
-Lembraste onde encontramos o outro pai Natal? -começou o Rodolfo
-Sim! Numa instituição!
A pequena rena aterrou. Rapidamente encontraram o Nicolau. Depois levaram-no ao Pólo Norte. E a partir dali, os dois amigos perceberam que as melhores pessoas se encontram nos lugares mais pobres.


Sérgio, 7ºA

O Natal de Joana

Era uma vez uma menina chamada Joana que não acreditava no Natal. Não gostava de estar em família e detestava aquela cerimónia.
Os pais não sabiam o que se passava com ela, pois todas as crianças gostavam de tudo o que se fazia na época do Natal: enfeitar a árvore de Natal, saborear a ceia de Natal, escrever a carta ao Pai Natal… Mas ela não… Detestava o Natal!
Até que um dia, Joana olhou pela janela e viu uma menina que parecia estar com frio. Ela estava quase toda despida e parecia desnutrida. Joana foi ter com ela e perguntou-lhe:
- Como te chamas?
- Sou a Margarida. - disse ela a tremer de frio.
- Não tens família? – perguntou a Joana.
- Não, os meus pais morreram numa guerra há dois anos atrás. E agora estou sozinha. – disse Margarida.
- Alguma vez recebeste prendas? – perguntou a Joana, curiosa.
- Não, nunca tive prendas, pois os meus pais não tinham dinheiro para essas coisas. – respondeu Margarida.
- Anda para a minha casa. Lá estarás quente e segura. – disse Joana com amabilidade.
Joana perguntou aos pais se podiam ficar algum tempo com a Margarida. Os pais deixaram-na.
Joana ficou a pensar como seria triste ficar sem pais e sem toda a família, pois nunca lhe tinha acontecido tal coisa e rezava para que nunca lhe acontecesse o mesmo.
Margarida ficou instalada em casa de Joana e só dizia “Obrigado!”, agradecendo aquilo que lhe estavam a fazer.
Os pais de Joana disseram-lhe que podiam ficar com Margarida, como se fosse uma filha, e Joana ficou muitíssimo contente.
Joana apercebeu-se que o Natal não era assim tão mau. Quando viu em que estado estava a Margarida, ela reflectiu sobre o assunto e apercebeu-se que, no Natal, o mais importante é estar em família!
Uma semana antes do Natal, juntaram-se em família e começaram a fazer a árvore de Natal. Uma bola vermelha ali, outra acolá, a fita à volta da árvore… E, por fim, Margarida colocou a estrela no topo da árvore de Natal e exclamou:
- Sempre sonhei passar um Natal em família!
Passada uma semana, no dia 24 de Dezembro, a Joana e a Margarida juntaram-se para escreverem uma carta ao Pai Natal. Joana escreveu:


“Querido Pai Natal, só te venho pedir uma coisinha. Queria agradecer-te por tudo o que me tem acontecido e vinha pedir que a minha família seja feliz para sempre. Bjs. Joana.”

Margarida escreveu:

“Querido Pai Natal, obrigada por tudo o que fizeste por mim! Só queria que nada de mal acontecesse à minha nova família. Beijinhos. Margarida.”

Colocaram as cartas na botinha e esperaram pelo Natal.
Chegou o dia de Natal e a família reuniu-se. Começaram a ceia e durante o jantar falaram acerca da felicidade que sentiam no seio da nova família.

A partir daí, Joana ficou a perceber o significado do Natal:
o mais importante é, de facto, a família!

Maria Leonor, 7ºA

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O dia de Natal


Era uma vez uma família que se costumava juntar no Natal e nessa noite faziam uma grande festa.
Uma semana antes, começavam a enfeitar a casa, punham os pisca-piscas, enfeitavam o pinheiro e faziam mais coisas.
Na véspera de natal, iam comprar os alimentos típicos desta época: o bacalhau, as batatas, o bolo-rei, bolo-rainha e o pão-de-ló.
Enfeitavam a toalha e tiravam o pó aos talheres e às loiças. Quando acabavam de enfeitar tudo, punham-se a fazer as contas. Tinham gasto duzentos e vinte euros e, dividida a despesa entre todos, dava vinte euros a cada um. Eles tinham que dar o dinheiro a quem fizesse as compras.
Chegado o dia, juntou-se toda a família em casa em casa de um familiar. A casa era enorme e tinha uma piscina, que estava cheia com água quente. As crianças brincavam. Jogavam futebol, à macaca, ao pião, etc. Passado algum tempo, foram almoçar. Ao longo do almoço, riram, brincaram até não puderem mais e foram tomar café a um café que se chama “cala o bico” e que se situa em Fregim junto a muitas casas e fábricas azuis e brancas. Tomaram todos o café e os adultos, além do café, beberam também bagaço. Chegaram a casa do familiar e começaram a brincar, fazendo-se de bêbados. As crianças acreditavam em tudo o que eles faziam. Depois disso, eles vestiram-se de palhaços para se divertirem. Começaram a encher balões e a fazer bonecos com os balões de várias cores que enchiam. As crianças corriam, pulavam e gritavam de alegria, até ao momento em que ficaram cansadas e foram para dentro. Já era tarde e à noite puseram-se a jogar cartas. Passada meia hora, foram jantar e comeram bacalhau, batatas e repolho. Quando acabaram de comer, conversaram até chegar a sobremesa. Havia três tipos de bolos: bolo-rei, bolo-rainha e pão-de-ló. O que se comeu mais foi o pão-de-ló, porque era o melhor. Demoraram mais de uma hora e meia para jantar e comer a sobremesa.
Depois disso ficaram a falar e a jogar cartas, matraquilhos e snooker. Algumas das crianças foram para o exterior, para andarem de bicicleta e de patins e para jogarem futebol, que era o que mais apetecia fazer naquele momento. Quando começaram a jogar futebol, a bola foi para a casa do vizinho. Foram todos para dentro de casa e disseram aos adultos o que tinha acontecido.
Eles compreenderam o que as crianças lhes disseram e tudo continuou até que chegou a meia-noite. Abriram uma garrafa de champanhe, beberam ao nascimento do menino Jesus, desembrulharam as prendas e, depois disto, regressaram todas às suas casas.

Rui Jorge, 7ºB, nº26

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Joana e a sua falta de espírito natalício

Era uma vez uma rapariga chamada Joana, que tinha 12 anos e que não acreditava no Pai Natal nem nada natalício. Os pais estavam preocupados com ela, por isso levaram-na ao psicólogo, mas nada mudava e ela continuava a não acreditar no amor, no carinho e no quentinho do Natal. No Pai Natal é normal ela não acreditar, mas o mais extraordinário é que ela não tinha gosto por essa comemoração.
Joana era filha de pais ricos, talvez os mais ricos da cidade do Porto. O pai dela chamava-se Afonso e tinha 38 anos e a mãe Rita e tinha 36 anos. Os dois trabalhavam numa fábrica de enfeites de Natal e, é claro que, nesta quadra festiva eles tinham de trabalhar mais e mal ligavam à Joana. Se calhar, era por isso que ela se sentia só.
Como em todos os anos, havia uns dias em que se tiravam férias para preparar e enfeitar as casas, fazer árvores de Natal, presépios… Mas, tal como nos anos anteriores, Joana não se interessava por isso. Os pais pediam-lhe para os ajudar e ela ajudava-os, todavia não sentia o espírito de Natal.
Até que, finalmente, chegou o dia, o dia de Natal, o dia do nascimento de Jesus no presépio, e Joana, como sempre, sentia-se normal. Até que a campainha tocou e os pais dela pediram-lhe para ir abrir a porta. Ela foi e, quando a abriu, deparou-se com a presença dos tios, dos avós, dos amigos e com montes e montes de pessoas cheias de presentes.
Joana chamou os primos para irem brincar com ela no sótão. Quando abriram a porta, entraram e viram lá um jogo de Natal, cheio de pó. Os primos e as primas dela quiseram jogá-lo, mas ela não quis. Depois de insistirem muito, lá conseguiram convencê-la. Então jogaram, jogaram e, quando repararam, já eram horas de jantar. Dirigiram-se à porta, contudo, qual não foi o espanto de todos, a porta estava trancada.
Foram abrir as janelas e gritaram por socorro, porém, de repente, começou a nevar e eles ficaram maravilhados. Uma coisa surreal aconteceu: viram um anjo dirigir-se para uma porta proibida de abrir pelos pais de Joana. Então ela e os primos decidiram ir atrás dele. Joana não acreditava no que via.
Quando abriram essa porta, depararam-se com umas escadas. Eles correram e, no fim dessas escadas, viram uma porta.
Como por magia, o anjo desapareceu. Eles abriram a porta que ia direita à sala de estar. Joana e os seus primos chegaram à conclusão que o anjo lhes queria indicar o caminho, e foi isso mesmo! Esse anjo foi enviado pelo rei dos espíritos de Natal, que queria que Joana começasse a acreditar no Natal. E pelos vistos funcionou!
Joana e os seus primos foram direitinhos à sala de jantar, onde já se estavam todos a sentar.
Ela e os seus primos chamaram Rita, a mãe de Joana, e contaram-lhe o que se tinha passado. Joana estava mesmo a ver que a sua mãe não ia acreditar, mas, pelo contrário, ela acreditou, porque, mais ou menos quando Rita tinha a sua idade, tinha-lhe acontecido a mesma coisa a ela, aos seus primos e irmãos. Contudo pediu a Joana e aos seus primos para não contarem nada a Afonso, o pai de Joana, porque já lhe tinha tentado dizer e ele não tinha acreditado.
Foram jantar e quase toda a gente reparou no sorriso e no olhar deslumbrante de alegria e de espírito de Natal de Joana. E mesmo ela se sentia diferente, mais alegre e feliz.
Depois de jantar, foram todos brincar para a neve, cheios de espírito, fizeram bonecos de neve, atiraram bolas de neve, … Enfim divertirem-se em família!

Liliana, 7ºA